quarta-feira, 26 de março de 2014

30° capítulo

"@luansantana: voltando para o Brasil amors! Deu tudo certo graças a Deus, obrigado por estarem ao meu lado sempre, amo vcs - @kaycamp"  

*Katy narrando* 
Graças a Deus estava tudo dando certo em nossas vidas, poucos dias depois de acompanhar Luan em sua consulta, o doutor o liberou para continuar o tratamento no Brasil. Pelo menos tudo seria mais fácil, eu acho. 
Fui embora de Londres meio "brigada" com meu pai, e sua mulher que não queria nos deixar ir embora. Mas mesmo assim estava bem, meu lugar era ao lado do homem que me fazia feliz, ao lado das pessoas que me querem bem. 
- ta gelado - murmurei pegando na mão do Luan - esta tudo bem? - o encarei
- é - falou um pouco tenso - tenho medo de aviões
dei uma leve risada
- é serio, você não acredita em mim? - perguntou seriamente
- claro que acredito - contive a risada - mas você fica tão fofo assim - lhe apertei as bochechas
- você é muito chata - fez um bico 
aquilo estava tão mordível que não me contive e lhe beijei. Assustado e surpreso com o ato arregalou seus olhos mas não me impediu de nada. 
Voltei ao meu lugar e sorri ao vê-lo arfando pedindo por ar. 
A viagem seguiu tranquila, tivemos algumas turbulências e isso rendeu boas risadas, Luan estava com tanto medo de cairmos que praticamente se jogou no meu colo e ficou assim a viagem inteira. 
Chegamos em solo brasileiro durante a madrugada de uma sexta feira, havia algumas fãs no aeroporto mas nada exagerado. Luan as atendeu e tirou foto com todas, falando sempre que estava ótimo e logo voltaria aos palcos, o que não era verdade pois o doutor não tivera lhe dado data para isso. 
Apesar de alguns olhares curiosos, saímos de mãos dadas até encontrarmos Amarildo que nos esperava com um imenso sorriso no rosto logo atrás do grupo de fãs. 
- como foram de viagem? - perguntou após nos cumprimentar
- ótimo - Luan disse sorridente - apesar de a kay sentir medo de aviões, eu a protegi das turbulências - vitorioso disse na maior cara de pau 
- ah é? - perguntei irônica - então quem é que estava no meu colo com medo de o avião cair durante todo o voo? - o encarei ironizando a pergunta
- er, am, é... - ficou sem graça
- eu não acredito que você fez isso Luan - a voz fina de sua irmã soou de dentro do carro que nos esperava logo ali no estacionamento
- ah não, mais uma - Luan falou tapando seus olhos
- seu idiota que tem medo de avião - a pequena pulou no colo do irmão e o abraçou - confesso que senti saudades 
- eu sei que sentiu - falou todo orgulhoso
- não tinha com quem eu brigar - riu divertida e saiu do colo do irmão - oi cu!!! - praticamente gritou no meu ouvido me abraçando
- o..oi - com um pouco de dificuldades para procurar o ar, falei
- cuidado, ainda quero minha namorada inteira - Luan alertou-a entrando dentro do carro
Bruna lhe mostrou a língua e após guardarmos as malas, entramos no carro e fomos rumo a casa dos Santana.
Chegamos e depois de nos acomodarmos, Bruna e Amarildo foram dormir. 
- dorme comigo aqui hoje - Luan murmurou no meu ouvido enquanto me abraçava - amanhã vamos ver as crianças. 
Só de lembrar delas meu coração se apertou
- eu estou com tantas saudades daqueles pequenos - falei contendo as lágrimas e o abraçando
- calma - pousou seus dedos em meu cabelo - amanhã assim que acordarmos vamos lá. 
- ok - dei um meio sorriso e o encarei
Ficamos nos olhando por alguns segundos até lembrarmos que estávamos no meio da sala de sua casa, em plena madrugada. 
...
Acordei com um raio de sol vindo diretamente em meu rosto, fechei meus olhos firmemente tentando não fazer contato com o sol, mas uma voz soou delicadamente em meu ouvido esquerdo, o que me fez despertar e arrepiar ao mesmo tempo. 
- bom dia meu bebê 
abri meus olhos afim de o encontrar, abri um pequeno sorriso quando meus olhos alcançaram seu corpo e subiram por seus músculos, chegando em seu rosto, amassado e ao mesmo tempo fofo. 
- bom dia - lhe dei um beijo 
- vamos almoçar e vamos para a ONG.
- almoçar? - perguntei assustada
- sim, são 14h - riu descontraído
- oh meu deus - pulei da cama em direção ao banheiro - porque não me acordou mais cedo Luan? Que vergonha! Dona Marizete deve achar que sou uma nora preguiçosa.... 
- ei - veio até mim rindo de meu desespero - ela não acha nada! Ela sabe que você é perfeita - sorriu e beijou a ponta do meu nariz
Fiquei um pouco sem graça e corei. 
- seu idiota - dei um leve soco em seu tórax. 
- vem - me puxou para tomar um banho com ele. 
Terminei meu banho primeiro então logo após lavar o cabelo, me sequei e saí. 
Me troquei e fiquei esperando Luan terminar de se arrumar. 
Irritado com seu cabelo que não parava no lugar, decidiu colocar uma touca, o que particularmente o deixou com uma cara irresistível de bebê. 
Ele usava uma apertada calça jeans azul e uma camiseta que destacava um pouco de seus músculos. Isso já estava virando tentação
- você está lindo - falei o admirando 
- você está mais - sorriu e veio ao meu encontro
Seu perfume exalava pelo quarto, o que deixava o aroma um tanto quanto masculino, e me fazia delirar. 
- vem aqui - me colou em seu corpo e tirou o celular do bolso, o posicionou em nossa frente e abriu na câmera. Com espontaneidade começamos a fazer algumas caretas.
- ok chega - falei rindo enquanto ele mexia em seu celular 
- chata - me mostrou a língua e sorriu 
- quero todas essas fotos
- ok baby depois te mando - continuava mexendo no celular
- o que esta fazendo? - perguntei já pegando minha bolsa
- estou colocando no instagram, está difícil escolher um efeito - falou pensativo - em todos eu estou perfeito.. 
- como você é patético - bufei e saí do quarto
Luan veio logo atras rindo, descemos a escada e encontramos sua família reunida na cozinha de sua casa. 
- bom dia - mari se levantou toda sorridente e veio nos abraçar
- olá mari - sorri - precisa de ajuda com alguma coisa? 
- magina querida, apenas sente-se e sirva-se - falou educadamente para mim enquanto ia abraçar seu filho
- oi mãe - Luan falou a abraçando fortemente
- estava com saudades
- eu sei - disse convencido 
- desde quando você ficou tão convencido assim? - mari o encarou 
- convivência com sua nora! - todos olharam para mim 
- eu? - perguntei sentindo minhas bochechas corarem - não tenho nada com isso 
- esse menino não toma jeito - deu risada e se sentou novamente. 
Luan sentou-se ao meu lado e começou a se servir. 
- espero que goste de estrogonofe - mari disse me encarando
- hum, eu amo - falei sentindo o aroma de sua comida - que saudades que eu estava do Brasil - rimos
Depois de almoçarmos em um clima agradável, eu e Bruna ajudamos mari com as coisas da cozinha e depois fomos com Luan até a ONG. 
Chegando lá notei algo de estranho, as crianças não estavam no parquinho.
- ué, cade todo mundo? - Bruna perguntou também notando que não estavam onde deviam estar
- devem estar dormindo - falei um pouco preocupada - vamos lá ver
Andamos até o refeitório e encontrei apenas Maria, um pouco tristonha
- ei - a chamei indo ao seu encontro
- Kay! - disse abrindo um sorriso 
Nos abraçamos, confesso que estava com muita saudade dela. 
- esta tudo bem? cade todo mundo? - perguntei depois de ela ter cumprimentado luan e bruna
- ah - murmurou - foram em um passeio com os outros voluntários
- sério? isso é o máximo - falei contente - pena que estou morrendo de saudades deles, minha pequena foi também? 
- a victória? - perguntou um pouco sem ânimo - ela esta deitada em seu quarto
- porque ela não foi? - perguntei com receio
- ela esta um pouco febril, preferi deixa-la aqui para não correr o risco de sua doença se agravar mais. 
- mais? - falei surpresa
- sim katy, durante o tempo que você esteve fora, victória teve uma piora -pausa- eu a levei no hospital e sua doença esta se agravando 
- oh meu deus - falei chocada - eu..eu preciso vê-la - andei rapidamente até o corredor que levaria para seu quarto. O desespero tomou conta de meu peito e as lágrimas vieram, mas me contive assim que a vi deitada em sua cama, mexendo em um dos cabelos de sua boneca. 
****************
oi oi oi olha quem chegou!! 
Luan e Katy voltaram, uhuuu E agora, será que a Vic vai sair dessa? :( 
O que vocês acham que vai acontecer? tam tam tam
Obrigada a todos os comentários, vejo que temos muitas leitoras novas por aqui, certo?! Sejam bem vindas, espero que não me abandonem e espero que estejam gostando. Para quem chegou agora, deixem o user de vocês no final do comentário para que eu possa avisa-las no twitter quando postar. 
Bora responder vocês. 
Respondendo a Thai, eu entendo perfeitamente o que você quis dizer no comentário e agradeço por ter exposto sua opinião. Sei que não foi por mal, você apenas se expressou e dou o total apoio para todas fazerem isso. Afinal, somos construídos de criticas também! Obrigada
Respondendo a leitora nova @MileneAuler, obrigada por todos esses elogios, vocês não sabem como isso me ajuda! Meu nome é Beatriz mas podem me chamar de "bea" moro no interior de são paulo e tenho 16 anos. Algo mais? haha
Respondendo a Luana Baccaro 
"Eu ja disse q vc é a melhor escritora do mundo?" E eu não me canso de dizer que vocês são as melhores leitoras do mundo!
Acho que acabou, falei de mais? ahahaha 
bem, perguntas, criticas, sugestões.. Mandem para cá! 
Espero que gostem  

sexta-feira, 21 de março de 2014

29º capítulo

Amanheci babando sobre o travesseiro, acho que estava exausto, alem do mais aqueles remédios estavam acabando comigo. Abri um de meus olhos e olhei ao redor do quarto, procurando por apenas uma pessoa. Olhei a minha frente e ali estava ela, prestando um pouco mais de atenção em nossos corpos estávamos colados, sua respiração ofegante fazia do ar mais quente, nada calorento, estava uma temperatura boa, mais ou menos frio. Fiquei quieto, tentando sentir o calor do corpo de minha namorada, ela automaticamente sem mexeu colando sua bunda ainda mais em meu membro. Arfei por um momento e estava sendo uma tentação ficar ao lado daquela mulher e não poder fazer nada. Tentei concentrar meus pensamentos em outras coisas mas apenas sua imagem de lingerie aparecia em minha mente. 
- Luan - ouvi sua voz soar quase num sussurro
- oi amor - falei um pouco assustado - esta acordada a muito tempo? - perguntei como quem não quer nada
- tempo o bastante para sentir seu volume subindo sob meu pijama - murmurou descontraída
corei
- é..eu..é..am... - gaguejei 
Ela prontamente se virou para mim e ficamos cara a cara, apenas nos observando. 
- você esta vermelho amor - deu um meio sorriso - ainda tem vergonha de mim? - perguntou e eu me perguntei se ela ainda lembrava que eu tinha feito essa mesma pergunta a ela a alguns dias atras. 
- besta - murmurei me levantando um pouco, até chegar em sua boca e assim, ficar por cima de seu corpo tomando conta da situação. 
Depois de atacar sua boca com um beijo totalmente quente, nos soltamos e ficamos no encarando. 
- bom dia amor - murmurou sorrindo 
- bom dia meu amor - abri um sorriso após lhe dar um selinho

 - você esta bem? - perguntei com receio 
- uhum, e você? 
- estou - deitei-me de volta ao meu lugar ainda a encarando - esta bem mesmo? - insisti 
- estou, eu acho - deu um sorriso me encarando - obrigada por estar aqui comigo
- eu quem devo te agradecer  por tudo - dei um leve sorriso
.....
Depois de tomar um banho e despertar-me por inteiro, fui até a sala de estar onde o enfermeiro estava sentado, lendo um livro. 
- Will - o chamei
- pois não, Luan - se levantou e veio até mim 
- qual remédio tenho que tomar agora? 
- bem - olhou no relógio - após tomar seu café da manhã tome o da tampa vermelha e tampa azul. 
- obrigado - ia saindo mas voltei-me - ah, você sabe me dizer se o pai da katy esta em casa? 
- ele saiu com sua mulher há algum tempo. 
- ok - subi para o quarto de Kay novamente
Entrei e ela tinha acabado de sair do banho 
- vem tomar café da manhã comigo? - perguntei enquanto a via enxugar seus cabelos na toalha 
- ah, não me leve a mal mas.. meu pai.. - me encarou
- ele não esta em casa - sorri - já verifiquei isso para você
seu espanto era visível em seu rosto
- uau - riu - ok então, vamos!
entrelacei nossas mãos e descemos novamente, passamos pela sala e Will ainda estava lá. 
- bom dia - minha namorada disse a ele, educadamente 
- olá, bom dia katy - desviou sua atenção do livro para as pernas de minha namorada
- já tomou café da manhã? - perguntou - não quer vir conosco? 
A encarei me perguntando se eu havia deixado aquele pivete de meia tigela ir conosco. 
- Oh muito obrigado - sorriu lisonjeado - mas creio que preferem ficar a sós - se referiu a mim
 - magina, Luan e eu não ligamos para isso - me encarou - não é amor? 
Lhe devolvi um olhar mortal e ela fechou seu meio sorriso, Will percebendo isso se calou e preferiu não aceitar o convite para se sentar junto conosco. 
- não precisava ter feito isso - falou assim que nos sentamos na mesa
- isso o que? - perguntei agindo normalmente
- você sabe muito bem - me olhou brava - esse seu ciumes está cada dia pior
- eu só estou cuidando do que é meu - falei firmemente pegando meus remédios que se encontravam ao lado do meu prato e os tomando - e você não devia ter lhe dado tal liberdade de chama-lo para tomar café da manhã conosco. 
- eu só quis ser gentil - falou um pouco envergonhada
- ele também quis ser gentil olhando para sua perna, percebi - ironizei
- isso é paranoia sua, ele estava concentrado no livro - me encarou 
- e você tava bem concentrada nele, né? 
- para de ser irônico comigo - choramingou 
- eu não vou te falar mais nada - murmurei colocando um pedaço de mamão na boca 
O assunto acabou por ali, o clima havia pesado e katy também tinha percebido isso. 
- amanhã você tem médico, se lembra? - murmurou após longos minutos de silêncio
- tenho? - perguntei a encarando
- tem - me encarou 
- me desculpe - fechei meus olhos
- me desculpa também - murmurou 
Fui até ela e lhe dei um beijo
- mas então, o que vou fazer no médico? - perguntei voltando ao meu lugar
- é retorno, o doutor vai te examinar para saber se você esta se recuperando bem
- espero que ele dê alta para podermos voltar para o Brasil
- seria um sonho - murmurou distraída
- tudo vai se ajeitar, eu prometo - beijei-lhe a bochecha 
... 
No dia seguinte acordamos cedo, na verdade, Kay me acordou pois eu estava morto com tantos remédios. 
Will iria nos acompanhar até o medico, no mesmo carro, o que me levou a revirar os olhos mas em respeito a katy (e medo dela) não me coloquei contra. 
O motorista do Sr. Pattison nos levou até o hospital, durante o caminho dividi meu fone de ouvido com minha namorada, que não soltou de minha mão um só minuto. Ao som de Coldplay chegamos ao hospital. 

**********************
oi meus amors, como vocês estão? 
e ai será que o médico já irá dar alta para o Luan? Quem quer que eles voltem logo para o Brasil? \õ/
Bom, notei alguns comentários "revoltados" e vou dar minha opinião sobre isso. 
"Vc passa semanas sem postar e ainda quer que a gente comente? Hahahaha"
Primeiramente, eu gostaria de pedir desculpas por não postar diariamente como estava fazendo em janeiro. Acontece que eu tenho uma vida e não vivo apenas em função da fanfic. Para fazer um capítulo preciso de idéias, motivações, e uso os comentários como meio para que vocês se expressem para que eu possa me expressar igualmente a vocês e assim agradar a todos. 
Todos os capítulos eu tenho sido paciente com vocês, explicando o porque preciso dos comentários e isso esta até se tornando meio "chato". Mas vocês me dão muita ideia através deles, e o que me motiva a escrever são vocês. Então por favor, não parem de comentar, não me abandonem. Porque pode passar o tempo que for, eu não vou abandonar vocês. 
Obrigada a todos os outros comentários, leio todos e fico cada dia mais orgulhosa de ter leitoras como vocês. Obrigada e obrigada!
Falei demais rs, espero que gostem ♥


terça-feira, 18 de março de 2014

28° capítulo

capítulo dedicado a minha fiel leitora, Joyce ♥
"Não sei como explicar, ele simplesmente entrou em minha vida e me fez a mulher mais feliz que eu poderia ser. Só tenho a agradece-lo por tudo"
....
- e então Luan, conte-me mais sobre você - meu pai falava enquanto nos serviam na mesa de jantar de sua casa. 
- bem - riu tímido - o que o senhor gostaria de saber? 
- da sua vida - falou seriamente 
- antes de eu ter essa doença, era cantor - murmurou meio tristonho
- ainda é - o corrigi - Luan é um ótimo cantor e compositor
- oh não me diga? - meu pai disse surpreso
- qualquer dia desses você poderia cantar algo para nós - killy sugeriu sorridente
- será uma honra - luan disse animado a encarando
a momento não deveria ficar brava mas me estressei um pouco quando o olhar dos dois resolveu se encontrar e ambos abriram um sorriso. Fechei minha cara em tom de zangada. 
- mas então, qual seu estilo musical? - meu pai perguntou quando o silêncio reinou
- eu fui criado desde pequeno ouvindo sertanejo de raiz, mas gosto de todos os tipos musicais. Nos meus shows canto musicas mais românticas, com um estilo próprio meu. Mas gosto de batidas eletrizantes, costuma animar muito o pessoal. 
- que legal - killy disse mais uma vez - adoraria ir a um show seu!
- oia rapaz - Luan disse com seu lindo sotaque caipira, o qual eu amava - quando eu voltar aos palcos vocês vão para o Brasil me ver - falava com entusiasmo na voz
- será um prazer - sua voz soou um tanto quanto sensual 
- mas ainda vai demorar - falei tentando cortar aquele assunto
- vai? - luan perguntou para mim meio surpreso
- bom - gaguejei - eu não sei -pausa- só o tempo irá nos dizer - não queria magoa-lo mas também não queria aquela loira no Brasil, ainda mais indo a um show do MEU namorado. 
- é - luan murmurou visivelmente tristonho 
- e você katy, o que tem feito desde os 16 anos? - meu pai perguntou com um tom de ironia
- entrei para a faculdade mas parei a algum tempo - falei sem ânimo
- e porque parou? - perguntou 
- eu resolvi ser voluntária em um abrigo para crianças com câncer. 
- muito gentil da sua parte, mas porque precisou parar a faculdade para isso? 
Ok, agora ele havia me pegado. Eu não queria lhe contar que o que aconteceu com Luan também tinha acontecido comigo, eu não queria expor minha vida a ele a tal ponto. 
- não era o que eu queria para minha vida. Assim que voltar para o Brasil vou voltar a estudar. 
- assim espero - murmurou um pouco ríspido.
O clima pesou um pouco até Killy começar um assunto com meu pai e ambos ficarem trocando carícias fofas na mesa. Lembrei de minha mãe que desde então nunca tinha visto uma cena daquelas. 
- vejo que você mudou muito - falei interrompendo aquela cena
Killy me encarou e deu uma pequena risada
- É Katy, as vezes a vida cobra nossa mudança - deu um leve sorriso
- que pena que ela demorou a cobrar isso de você - falei ironicamente 
- o que quer dizer com isso? - perguntou me encarando
- nada - falei em um tom sínico - só acho que você demorou a mudar. 
- e pelo jeito você continua a mesma criança mimada de sempre - soou irritado
 - eu? - perguntei surpresa - vejo que você não me conhece mesmo ein pai? 
- conheço o bastante pra saber que você é igual a sua mãe - falou normalmente
- não fala da minha mãe - rugi o encarando
Aquele assunto sempre era um ponto fraco entre eu e meu pai. Quando morava lá nós sempre discutíamos quando ele cismava em tocar no nome de minha mãe. 
- Você não precisa me enganar Katy, sei que só esta aqui por interesse. 
- interesse? - dei uma risada irônica 
- igual a sua mãe, se casou comigo por interesse!
- eu já falei para você parar de falar dela. Se ela morreu foi por culpa sua! - falei nervosa 
- minha culpa? - riu ironicamente - a culpa é sua Katy, você não soube cuidar nem do seu irmão! Se ela morreu foi por desgosto de ter uma filha como você!
- suas palavras não me machucam mais - falei o encarando contendo as lágrimas - de tanto as ouvir minha mãe não aguentou, eu não preciso ficar aqui falando o que fazia porque você sabe muito bem do que era capaz. E ela? coitada - dei uma leve respirada - ela aguentou tudo isso, por anos! Se tem alguém aqui hoje que deveria ter morrido naquele dia, esse alguém é você! - me levantei da mesa ficando cara a cara
- você não fala assim comigo - ele se levantou visivelmente nervoso e ofendido - apesar de tudo sou seu pai - levantou seu dedo em direção ao meu rosto
- pai? - ri irônica - você acha mesmo que é papel de um pai chegar bêbado em casa e bater na sua filha? 
- CALA A BOCA - gritou irritado mas logo baixou seu tom de voz - eu mudei katy. 
- eu não quero saber dessa sua mudança, você fez isso tarde de mais. Eu só estou aqui hoje por causa do Luan, mas pode ficar tranquilo -pausa- como sou interesseira - falei irônica- vamos para um hotel amanhã mesmo. Com licença.
Saí da sala de jantar e praticamente corri até as escadas 
- katy espera - ouvi a voz de Luan soar logo atras de mim 
Sem hesitar continuei subindo as escadas e só parei quando senti a mão de Luan segurando meu braço 
- espera - falou novamente - olha pra mim - pediu com a respiração falha
Virei-me para ele e seu olhar era de preocupação e culpa ao mesmo tempo. 
- vamos para seu quarto - murmurou me encarando
assenti com a cabeça e com sua mão entrelaçada a minha seguimos caminho para meu quarto. 
*Luan narrando* 
Katy se sentou na cama e ficou como uma estatua, eu não sabia o que falar, ou o que fazer. Sabia que isso aconteceu por minha causa, se eu não insistisse para que viéssemos para cá, nada disso teria acontecido. 
- kay - falei um pouco envergonhado sentando ao seu lado
- ta tudo bem - murmurou com a voz rouca
- vem aqui - a puxei de encontro para meu peito e lá ela se pôs a chorar
- eu prometi a mim mesma que não iria deixar ele me derrubar novamente com suas palavras - choramingava tentando conter as lágrimas - eu prometi, e olha só agora - se levantou e me encarou - ele esta fazendo tudo de novo Luan - secou seus olhos mas eles logo voltaram a molhar-se
- não fala assim pequena - a puxei para meu peito novamente e fiquei fazendo cafuné em sua cabeça - eu estou aqui com você, não vou deixar que nada de mal lhe aconteça. 
- amanhã nós vamos sair daqui -pausa- quer dizer, eu... 
- como assim katy? - me afastei um pouco a ponto de encara-la
- você esta se recuperando, não pode ficar sem cuidados médicos.. eu vou para algum hotel até tudo acabar, e voltamos para o Brasil. 
- e você acha que eu vou deixar? - falei um pouco tenso com sua teimosia 
- Luan, se eu ficar aqui vou sair no tapa com meu pai 
parei um pouco para pensar e estava sendo egoísmo da minha parte, na verdade, eu estava sendo muito injusto. 
- então vou com você - falei por mim 
- isso não, você não pode fazer esforço e aqui tem o enfermeiro -pausa- agora que esta se recuperando tão bem.. 
Ficamos em silêncio pois ambos estávamos tentando achar alguma solução para isso..
- tudo bem eu fico - ela murmurou vencida
- mas, e seu pai? - perguntei
- eu não sei, vou dar um jeito - suspirou
- não liga pro que ele falou não, amor - a abracei - foi da boca pra fora..
- sempre foi assim, eu já devia estar acostumada - forçou um sorriso - mas antigamente eu era uma criança, não sabia o que era me defender. Hoje - deu uma leve risada - ele não vai mais conseguir me derrubar com essas palavras. 
- assim espero - murmurei pensativo 
- e você, está bem? - perguntou
- sim amor.. 
- esta meio quieto
- é -pausa- sei que não é da minha conta mas, você tem um irmão? - perguntei com receio
- tinha - murmurou
- oh - fiquei surpreso - me desculpa, se não quiser falar disso tudo bem
- sem problemas para mim - falou - já faz algum tempo, e acho que te devo algumas explicações.. Eu era muito nova quando nos mudamos para essa casa, a principio eramos uma família feliz mas minhas mãe sempre quis ter um casal de filhos e ela e meu pai acharam o momento certo para fazer isso, quando eu tinha uns cinco anos - parou por um momento e sorriu - foi a melhor notícia que eu recebi, ter um irmão era a coisa mais preciosa para mim. Mas minha mãe teve uma gravidez complicada, passou a maior parte do tempo indo ao hospital tomar soro por estar muito fraca. Depois que ela teve meu irmão, Enzo, nossa família começou a se "desandar" - seu sorriso sumiu- meu pai não se importava com nós, bebia sempre em bares e locais que havia outras mulheres e então ficou apenas eu, minha mãe e meu irmão. Mas, eu era uma criança, minha mãe não dava conta de cuidar de nós dois, então resolveram contratar uma babá. Ela era muito boa no começo, mas depois de um pequeno incidente minha vida virou um inferno. 
- o que aconteceu? - perguntei um pouco curioso e tenso ao mesmo tempo
- meus pais tinham saído em uma tarde qualquer, eu tinha 10 anos e meu irmão beirava os 5. Nós estávamos brincando com a babá, perto da piscina - parou um pouco e forçou seus olhos a se fecharem - a culpa não foi minha eu juro que não foi minha - como se estivesse vivendo esse momento novamente começou a chorar. 
- calma - a abracei rapidamente - esta tudo bem, a culpa não foi sua. Olha, que tal parar por aqui? Outro dia você continua.. 
- não - me encarou - se não for agora não vai ser nunca mais.. 
- tudo bem - murmurei com a respiração ofegante
- a babá saiu por um minuto, para atender ao telefone que tocava insistentemente dentro de casa. Havia outros empregados mas nesse exato momento eles resolveram sumir, porque ninguém foi atender ao telefone. 
- Nossa, que estranho - pensei alto - continua - corei
- o Enzo era muito pequeno, ele não sabia o que estava fazendo -pausa- eu não sabia o que ele estava fazendo. Ele andou até a piscina e - segurou um pouco das lágrimas -  e me chamou com suas mãozinhas gordas "vem brincar comigo tata" - imitou a voz de uma criança - e eu inocente não fiz nada, fiquei apenas o observando pular na piscina e então... - não conseguiu terminar contida pelo choro
- oh meu deus, eu sinto muito - a abracei
Nunca tinha visto katy soluçar como estava fazendo, e aquilo me dava agonia. Saber de sua vida, me fazia ter mais certeza de que aquela garota era uma guerreira. 
- depois.. - continuou - a babá chegou a tira-lo da água mas já era tarde demais, foi horrível, meus pais, minha mãe, ela quase morreu junto com ele Luan. - chorava mais ainda - dói aqui dentro - apalpou em cima de seu peito esquerdo -  saber que eu poderia ter feito alguma coisa, mas eu não fiz nada. 
- calma, a culpa não é sua! você era uma criança kay - tentei fazer cafuné em seu cabelo mas ela se desviou ficando em pé e indo para longe de mim. 
- eu sou um monstro, eu matei meu próprio irmão 
- não fala isso - tentei chegar perto dela mas ela se recuou
 - eu não mereço nada disso, oh meu deus, eu deveria ter morrido com essa doença - se apunhalava com seus próprios pensamentos
- KATY - a peguei pelo braço - você não deveria ter morrido esta me entendendo? - falava firmemente a encarando - você precisa agradecer por estar viva, e poder dar continuidade a uma vida que seu irmão não teve. Se você não quer viver por você, viva por ele e por sua mãe! Por favor!
 aos poucos ela foi se acalmando, se sentou na cama e pediu para que eu ficasse ali com ela. Colada ao meu peito, unindo nossos corpos ela me agradeceu, por nunca ter saído do seu lado, desde o momento em que eu havia entrado como um anjo em sua vida. Com esse pensamento adormeci sentindo o aroma de seu cabelo que se encontrava em meu rosto. 
************************
demorei mas cheguei, e que capítulo foi esse ein? 
espera, então katy tinha mesmo um irmão, meu deus que rolo :o 
e ai o que acharam? O que acharam da atitude da katy quanto não salvar seu irmão? tadinha :/  
vamos conversar seríssimo agora!
vocês estão gostando da história? porque, de 32 comentários caiu para 12 gente! e eu só vejo gente comentando "você demora muito para postar" ou "até desanima você ficar sem postar por todo esse tempo" mas eu só estou esperando vocês aparecerem! Nós nem atingimos a meta de comentários que é 20. 
Tem mais de 300 visualizações, por favor gente, vamos cooperar e trabalhar em equipe? Eu preciso mesmo saber a opinião de vocês, preciso saber em que estou ruim, em que posso melhorar, vocês me ajudam a crescer!
enfim é isso, espero que tenham gostado. Caprichei nesse. 
Posto outro depois de 20 comentários

domingo, 9 de março de 2014

27° capítulo

Alguns dias se passaram e confesso que estava até um pouco assustada com a normalidade da casa. Meu pai passava o dia no escritório, Killy passava o dia malhando na academia que havia na mansão. Por conta dos remédios Luan passava a maior parte do tempo dormindo, o que era bom pois assim não sentirá dor. Mas também não sobrava tempo para nós. Os meus dias eram quase sempre os mesmos, acordava pela manhã, fazia uma caminhada pelo jardim e passava o resto do dia lendo ou até dormindo com Luan. As vezes entrava na internet e conversava com Maria para saber sobre as crianças, eu estava com muita saudade de todas, principalmente Victória. 
Em um certo dia estava sentada na área de fora de casa, lendo um livro qualquer, quando o tal enfermeiro que cuidava de Luan se sentou ao meu lado. 
- e ai - falou me olhando 
- am, oi - sorri amigavelmente e continuei lendo 
- sua casa é muito bonita - sorriu 
o olhei novamente e me perguntei se ele estava flertando comigo ou era apenas impressão minha. 
- obrigada mas não é minha - falei voltando a minha atenção para o livro
-mesmo assim, você morou aqui então parcialmente é sua também 
- nossa, você sabe muito sobre mim - o encarei 
- pois é, katy - riu 
dei um meio sorriso 
- meu nome é Will - levou sua mão gentilmente até a minha e a pegou depositando um leve beijo 
- ah - fiquei surpresa e arrepiada ao mesmo tempo - prazer - disse com certa vergonha. Talvez por não estar acostumada com tal cavalheirismo 
- o prazer é todo meu - sorriu e se sentou ao meu lado - Augusto Cury é um escritor muito bom - falou apontando para meu livro
- é sim - sorri encarando o mesmo - você já ouviu falar dele? 
- claro, seus livros são um sucesso em todo o mundo 
- é verdade - me senti uma tola por ter perguntado um coisa tão, idiota? 
- faz faculdade, katy? 
- comecei psicologia mas fiz apenas até o segundo ano
 - e porque parou? 
- bem, algumas coisas aconteceram até então... - alguém me interrompeu 
- estou atrapalhando alguma coisa? - Luan perguntou com sua voz firme e seus olhares presos em will. 
- oi amor - sorri me levantando - não está atrapalhando nada - olhei para will que se levantava sorridente
- precisa de alguma coisa Sr. Luan? - perguntou gentilmente
- no momento preciso que você se afaste de minha namorada - falou rispidamente e me pegou pelo braço 
- perai Luan - falei enquanto ele me levava meio a força para dentro de casa - me solta, você ta me machucando! - o encarei nervosa
Ele soltou um pouco de sua força e me encarou, nunca tinha o visto daquele jeito. 
- o que aconteceu? - perguntei talvez assustada
- o que aconteceu? - perguntou irônico dando uma leve risada - você de conversinha com esse tal de will - me olhou seriamente
dei uma risada achando que ele estava brincando mas notei que seu rosto ainda demonstrava raiva.
- olha, não aconteceu nada - olhei para meu braço e ele me soltou - nós só estávamos conversando 
- eu não quero saber o que estavam conversando mas pelo jeito a conversa estava muito boa pra você sair do quarto e vir ler seu livro aqui fora
- e qual o problema? - perguntei um pouco nervosa - olha o que você ta falando Luan, eu não fiz nada de errado! Eu só estava CONVERSANDO - dei ênfase a palavra - com o SEU enfermeiro. 
- se ele é meu enfermeiro não tem nada que ficar de papo com a minha namorada!
- foda-se você e o seu enfermeiro - rugi nervosa - eu realmente não conhecia esse seu lado agressivo, se continuar desse jeito pode voltar para o Brasil sem mim - virei as costas e subi as escadas correndo. 

Bati a porta de meu quarto até ela se chocar contra a parede e após verificar que a mesma havia se fechado deitei em minha cama. Quem ele pensa que é para entrar na minha vida, mexer com meus sentimentos e ter esse total domínio sobre mim? Mas se ele acha que eu sou dessas que pede desculpa por coisa que não fez esta muito enganado, ah se esta... 
- me desculpa - entrou no meu quarto rapidamente
- eu não quero falar com você agora - murmurei ainda deitada
- eu não falei aquilo por mal, só fiquei com medo de -pausa- te perder - se sentou na beirada da cama
me sentei ficando frente a frente com ele e encarei o chão
- nós temos que conversar sobre isso porque - passei as mãos freneticamente sob meus cabelos - eu não sou essas mulheres que gostam de ser dominadas pelo homem -pausa- eu sei que um ciumes de vez em quando é bom mas, igual ao seu, não sei se vou aguentar - o encarei - você me entende? 
- eu entendo - murmurou envergonhado - eu só não estou acostumado a te ver junto com outro homem que não seja eu e -pausa- tenho medo de não ser o suficiente para você.
 - se eu te escolhi para ser meu namorado com certeza você é o suficiente para mim - falei finalizando o assunto
Luan abaixou a cabeça e fitou o chão 
- também não precisamos ficar nesse clima -pausa- você tem um remédio para tomar, não tem? 
- tenho, eu acho - murmurou entediado com a situação
- vou pega-lo - falei me levantando e indo até sua maleta de remédios que ficava no banheiro do quarto. 
Antes de voltar para o quarto passei um pouco d'água no rosto, me livrando da tensão que ainda estava sob mim. Sem muito hesitar senti um leve toque em minhas nádegas, ergui a cabeça e fechei os olhos já sabendo que era ele ali encostando seu corpo sob o meu e beijando levemente meu pescoço.
- Luan - murmurei totalmente dominada pelo calor que ele conseguia causar em meu corpo 
- hmm - gemeu ainda passando levemente seus lábios por minhas costas
- você precisa tomar..oh - arfei - seus remédios - ergui o frasco do mesmo em sua direção 
ele o pegou de minha mão e antes de ir tomar o bendito remédio entrelaçou seu braço em minha cintura e me puxou para mais perto de si, se é que possível. Senti seu volume e aquilo já foi motivo para vários suspiros. 
- eu já volto - murmurou seduzindo com sua voz falha 
Em questão de segundos ele já estava de volta ao banheiro, eu ainda não tinha me movido o que facilitou para voltarmos ao que estávamos fazendo. Luan me virou de frente para seu peitoral semi definido e pude notar que ele já estava sem camisa. 
Subi meu olhar para sua boca e notei um leve riso saindo de lá, dei um meio sorriso e encontrei seu olhar sempre preso ao meu. 
- eu te amo - sussurrou antes de atacar minha boca. 
Nos beijamos apaixonadamente rapido. Sua língua envolvia cada espessura de minha boca e eu achava o máximo tudo aquilo. 
Sem parar de nos beijar Luan começou a passar sua mão freneticamente por meu corpo, subindo e descendo, oh deus isso era um pecado?!
Ergueu minha blusa e então separamos nossas línguas, por poucos segundos. Após tirar a mesma voltei a agarra-lo novamente. 
- vamos pro quarto - murmurei entre o beijo
- espera - murmurou 
Num impulso suas mãos vieram parar em minha cintura e então notei que ele estava me levantando, assustei no começo mas então percebi que estava sentada sob a grande pia do banheiro. Ele deu um de seus sorrisos safados e veio em minha direção me beijando novamente. 
Sua mão passou para minhas costas e em um bruto movimento me vi sem meu sutiã. Como ele conseguia ser tão ágil? 
Colocou suas mãos sob eles e começou a massageá-los de modo que, oh meu deus aquilo estava muito prazeroso. 
Desceu sua cabeça até meu pescoço e deixou um chupão por lá, logo a desceu mais um pouco até encontrar meu seio esquerdo. Passou sua língua por cima do mesmo e em um devido momento tive que me segurar para não gemer alto.
- agora podemos ir para a cama - murmurou dando um meio sorriso e me pegando no coloco novamente 
Me deitou sob a cama e tirou meu shorts me deixando apenas com uma calcinha rosa bebê. 
Subiu seu olhar por meu corpo e mordiscou o lábio, totalmente corada dei um meio sorriso
 - você ainda tem vergonha de mim? - perguntou ficando por cima de mim deixando seus olhos sob os meus
- um pouco, eu acho - sorri tímida
- não precisa ter -pausa- agora somos namorados e eu vou fazer valer a pena cada momento que passarmos juntos! - falou com sinceridade no olhar
- você já faz valer a pena pelo simples fato de estar aqui comigo - entrelacei meus braços em seu pescoço e o trouxe para perto de mim, mais necessariamente para perto de minha boca.
Quando notei Luan já estava sem cueca e seu membro prestes a entrar em mim. Depositando leves beijos em meu ombro começamos a nos amar, infinitamente.
*************************
aleluia aleluiaaaa ♪ 
hahaa ooi meus amors, tudo bem com vcs? eu to mais ou menos rs
primeiramente me desculpem por toda essa demora para postar mas vou explicar o que aconteceu
foi semana do carnaval e como eu não sou boba nem nada fui pular carnaval como muitas de vcs fazem! foram quatro dias de festa e depois que acabou eu peguei uma gripe do caralh* que me deixou de cama o resto da semana. Ai juntou com umas coisinhas e pronto, bea não conseguiu escrever essa semana! Então por isso a demora, consegui fazer esse capítulo hoje apenas para não deixar vocês sem fanfic essa semana!
Falando sobre nosso casal kalu *-*
aconteceu a primeira DR do casal, vamos comemorar porque depois teve o que? hmm cama kkk o que acharam? perguntas, criticas, ideias e elogios MANDEM!
Eu sei que demorei demais e isso até desanima mas por mim postaria todos os dias, pena que não sou uma máquina de escrever e não estou disponível o tempo todo. Espero que entendam. 



divulgando a fanfic da ana
bora dar uma olhada? fanficunintentionallylovedyou.blogspot.com.br


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

26° capítulo

...
- uau isso não é uma casa, é uma mansão - Luan falou quando o carro parou na porta de casa
- pois é - sorri - espero que se sinta em casa
- com certeza sim - riu 
o ajudei a sair do carro e meu pai veio ao nosso encontro. 
- não sabem como estou feliz em recebe-los aqui - mostrou um sorriso acolhedor
Luan o cumprimentou e logo depois eu também, olhei para a porta e por enquanto ainda não tinha visto sua, mulher.. 
- cade a loira peitu... digo, sua mulher? - perguntei com receio
- killy foi ao mercado - sorriu 
- ué - falei surpresa - vocês não tem dinheiro o suficiente para mandarem alguém no lugar dela? 
- sim fofinha, mas ela prefere escolher as coisas, quem sou eu para impedir? - riu - venham! - nos chamou para dentro. 
Depois de mostrar a casa toda para Luan que ficou maravilhado com tudo aquilo fomos nos sentar na parte de fora da casa, mais necessariamente de frente para a piscina. 
- parece ser bem legal essa casa - Luan falou descontraído 
- claro - falei com um pouco de receio por estar perto da piscina
- ta tudo bem? - me encarou 
- oh sim - desviei meu olhar até encontrar os olhos de Luan sob mim - você esta bem? - dei um leve sorriso
- melhor impossível - mostrou-me seu melhor sorriso 
- estou feliz que esteja feliz - ri 
- estou feliz em te fazer feliz - chegou um pouco mais perto de meu rosto e quando nossos lábios iam se encostar ouvimos uma voz feminina soar pela porta de vidro. 
- como assim meu genro já chegou - tagarelava rapidamente
- se prepara - murmurei para Luan ao me afastar e olhar para killy que andava em nossa direção rebolando mais que um bambolê
- uau - luan falou de boca aberta assim que a avistou
- fecha essa boca se não você vai ficar sem teu amiguinho ai - falei rapidamente e me levantei - olá killy - mostrei um sorriso amigavel
- oi novamente katy - me abraçou - espero que tenha passado bem esses dias 
- oh sim, eu passei muito bem obriga... - ela me interrompeu 
- oh my good então este é seu boy? - olhou para Luan e voltou a me olhar surpresa - parabéns pela escolha, não é de se jogar fora
Luan abriu um sorriso vergonhoso e eu fechei a cara, após ambos se cumprimentarem, ela foi para dentro alegando que precisava falar com meu pai. 
- não sou de se jogar fora - luan falou em meu ouvido me provocando 
- vai se foder - virei-me e felizmente ou não, estávamos muito perto
- hei - riu puxando meus braços fazendo-me ficar imóvel 
- me solta - falei olhando para o chão
- não é pra ficar com ciumes - me apertou mais contra seu peito - quantas vezes precisarei repetir que sou apenas SEU - me fez olhar em seus olhos
merda, minhas pernas já bambeavam só de ficar perto daquele homem por muito tempo. 
- e..eu.. - perdi a fala quando senti seu hálito fresco chegando cada vez mais perto de mim 
- shii - murmurou chegando mais perto
- você é um idiota - falei movendo meu pescoço para cima, para encontrar sua boca logo
 - o idiota que você ama - falou assim que terminamos de nos beijar.
...
Depois do almoço Luan foi medicado pelo enfermeiro particular que havia contratado e devido aos remédios acabou pegando no sono. Sem nada para fazer resolvi dormir um pouco com ele. 
Um pouco depois percebendo estar sob os olhares de Luan despertei-me, nossos olhos instantaneamente se encontraram e demos um pequeno beijo
Luan chegou mais perto de meu corpo e continuou o beijo, sem mais delongas começamos a nos beijar ferozmente. Parecia que o fogo que estava apagado em mim havia se acendido só de sentir seu toque em minha pele. Tomando a frente da situação, Luan se levantou tirando sua camiseta e em seguida me ajudando a tirar a minha. Continuamos a nos beijar
Sentindo a ereção sob sua cueca box o encochei um pouco, a ponto que seu membro ficasse entre minhas pernas. Me lembrei da cirurgia que ele havia feito a algumas semanas e me preocupei 
- Luan - o encarei
 - o que foi? - perguntou beijando meu pescoço 
- você esta bem para fazer isso? - perguntei
- como assim? - parou o que estava fazendo e me encarou sério
- você acabou de sair do hospital e -pausa- se estiver fazendo isso só para não, am, cairmos na rotina.. quero que saiba que esta tudo bem, sexo não é a unica coisa que importa em uma relação - o encarava seriamente
Luan riu descontraído 
- eu vou dar conta - deixou um pequeno chupão em meu pescoço 
- se você sentir alguma coisa, me fala tudo bem? Não importa se pararmos - falei ainda com receio 
- posso te pedir uma coisa? - perguntou me olhando e eu afirmei com a cabeça - fala menos e faz mais - riu sapeca
- otário - comecei a beija-lo selvagemente. 
Nos viramos na cama, eu por cima e ele por baixo, em nossos olhos transbordava desejo, trocando olhares e caricias comecei a descer em seu corpo a ponto que achasse meu foco principal, e o seu com certeza também. 
TOC TOC
- katy seu pai pediu par... AI MEU DEUS DESCULPA - a loira oxigenada entrou no quarto sem esperar respostas e se deparou com uma cena não muito boa
virei-me assustada para a porta tentando tapar meu namorado que estava com um volume bem desejável em sua cueca. 
- PORRA - falei nervosa e envergonhada ao mesmo tempo 
- me desculpe - ela continuava intacta no centro do quarto
- você já pediu desculpa, agora pode sair por favor? - perguntei educadamente
- oh sim - falou como se acordasse de um transe - me desculpe mais uma vez - saltitou para fora do quarto e fechou a porta rapidamente. 
Me sentei na cama ao lado de Luan e apoiei meus cotovelos em minhas pernas, ficando de cabeça baixa.
- amor.. - ele falou se levantando um pouco constrangido - não fica assim - colocou a mão em minhas costas - olha, vamos ter muito tempo para fazer isso.. 
- tava tudo muito bom - murmurei - mas ela tem que chegar e estragar, será que vai ser sempre assim? - perguntei o encarando
- claro que não - se sentou ao meu lado e me abraçou - não fica assim bebê - depositou um beijo em minha testa
- tudo bem - murmurei - eu supero - dei um leve riso
- só meu amigo que ainda não superou - apontou para baixo
- você é um idiota - ri jogando-lhe o travesseiro - vem, vamos tomar um banho - o puxei para o banheiro
- opa, gostei da ideia - se animou e juntou-se a mim
... 
********
na traveeeee! hahaha 
oooi meus amorzinhos, tudo bem com vocês? que saudades!
não me matem, por favor :x era pra esse capítulo ter saído ontem mas ai a bea ficou sem internet, espero que entendam
e esse fogo dos dois ein?! será que a katy ficou nervosa? hahaah o que será que vai acontecer hmm 
perguntaram quantos capítulos terá na fanfic, então eu não sei kk 
na verdade, fiz essa história com o intuito de fazer com apenas 30 capítulos mas acho que essa história vai render ein?! 
duvidas, criticas, elogios, mandem!!! 
espero que gostem!
postou outro depois de 20 comentários <3

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

25º capítulo

capítulo dedicado à @Natalences_doLS
... 
- kay - alguém me chacoalhava 
- hm - murmurei sonolenta
- vai dormir na cama, você esta toda torta!
abri os olhos calmamente e avistei Bruna em minha frente 
- oh, oi bru - murmurei coçando meus olhos - que horas são?
- 13h agora - falou sentando ao meu lado
- ai meu deus eu dormi tudo isso? - perguntei me sentando assustada
- sim - riu - você praticamente hibernou ai
- oh - falei coçando a cabeça, me lembrei do que havia acontecido naquela manhã - ei, você esta bem? - perguntei a encarando 
- to sim - sorriu me olhando - eu acho 
- você vai melhorar - sorri a olhando 
 - obrigada pelo remédio, am, foi muito útil 
- magina - ri - você já almoçou? 
- ainda não - murmurou sem ânimo - estou sem fome
- mas então agora é uma boa hora para sua fome aparecer - me levantei - vamos almoçar fora 
- ah não - falou se juntando as almofadas do sofá - hoje é um dia em que eu pretendo ficar o dia todo aqui 
- sério que você vai deixar sua cunhadinha preferida ir almoçar sozinha? - me joguei em cima de seu corpo fazendo drama
- ai sua gorda - riu - saia de cima de mim 
- só quando você falar que vai - comecei a me mexer - por favor!!
- tudo bem! 
- aee - comemorei saindo de cima dela
- você é muito chata - se levantou e me mostrou a lingua enquanto ia para seu quarto
- sei que me ama - ri e fui me arrumar
tomei um banho e me troquei 
Um pouco depois Bruna veio me avisar que também estava pronta, ela usava essa roupa
- que chique essa menina - falei rindo 
- olha quem fala - riu também - bora antes que eu desista
- para com isso - lhe dei um leve tapa e a puxei para sairmos
Tivemos um almoço agradável, tentei ao máximo conversar sobre coisas que faziam Bruna ao menos dar uma leve risada. Depois fomos até o hospital ver Luan. Chegamos em seu quarto e ele e Amarildo jogavam a uma partida de futebol em um vídeo game, mari estava lendo uma revista sentada na poltrona. 
- olha quem apareceu - ele murmurou sem tirar os olhos da televisão assim como seu pai 
- idiota - bruna murmurou dando um beijo na bochecha do irmão e depois em seu pai 
- cade o guilherme? - amarildo perguntou 
Por um momento achei que Bruna iria se espernear e começar a chorar descontroladamente, mas disse na maior calma e sinceridade
- foi embora - sentou em um pequeno sofá que ficava ao lado da poltrona. 
- como assim? - sua mãe perguntou 
- é uma longa história - murmurou querendo cortar o assunto 
- espero que tenham terminado, não suporto aquele cara - Luan falou na maior sinceridade jogando o controle do video game na sua frente
- luan - o repreendi 
- ué, só falei a verdade
- cala a boca que você ganha mais - bruna falou obviamente chateada
fui até Luan e sentei ao seu lado na cama, amarildo havia parado de jogar e sentou ao lado de Bruna. O clima havia pesado. 
- duvido que ganhe de mim - peguei o controle que amarildo estava jogando e comecei a escolher o meu time
- cuidado com o que dúvida - falou se animando e pegando seu controle novamente
Um pouco depois me aconcheguei em seu peito enquanto ele passava um de seus braços por mim 
- pi tira uma foto - ele falou para a irmã
- ai ai vocês ein - ela falou se levantando com o iphone na mão - pronto 
- depois me manda - falou sem tirar a atenção do jogo 
.. 
- eu disse que não ganharia de mim - o encarei e dei uma leve risada
- você roubou - falou com um bico enorme
- não roubou - mari, amarildo e bruna disseram ao mesmo tempo contendo a risada
- até vocês? - luan os encarou espantado
- é só a verdade! aceita que dói menos irmãozinho - bruna murmurou atiçando o irmão 
eu havia ganho de 6x4 e estava contente com minha vitória, luan ficou emburrado. 
- da próxima deixo você ganhar - ri e lhe dei um beijo na bochecha 
- você me paga - murmurou me encarando
pegou seu celular e começou a olhar suas fotos, abriu a foto que havia tirado e postou no instagram 
"partida de leve"

-esqueceu de colocar a parte em que eu ganhei de você - murmurei olhando para a tela do celular
- ninguém precisa saber que eu deixei você ganhar - falou convencido
- se você não estivesse em uma cama de hospital eu juro que te bateria
- bate - deu uma leve risada
- não vou fazer isso - olhei em volta e mari e amarildo conversavam animadamente enquanto bruna mexia no celular, procurando alguma distração - não com eles aqui - rimos
- não vejo a hora de sair daqui - murmurou mexendo em alguns fios de cabelo meu
- você precisa estar cem por cento bem - o encarei - você se lembra dessa noite..? - perguntei com receio
- me lembro de ter acordado com uma dor muito forte no peito e depois não me lembro de mais nada, dei muito trabalho? - perguntou me encarando
- não muito - sorri - lhe deram um sedativo e você dormiu
- melhor assim, e o que era a dor? 
 - o doutor disse que poderia ser algum medicamento que não lhe fez bem
- pode ser -pausa- e você, ta bem?
- t..to ué - ri 
- porque gaguejou? 
- estamos falando de você
- e agora vamos falar de você - deu um beijo na ponta do meu nariz - ainda não me contou o que rolou na casa do seu pai
 - oh sim, ele se casou novamente
- sério? - perguntou surpreso - e com quem? 
- com uma mulher que tem idade para ser minha irmã - falei em tom tedioso
- duvido que ela é tão gostosa quanto você - falou sapeca
- tapado - ri - ela tem uns peitões - murmurei - se ela der em cima de você eu te capo 
Luan riu nervoso 
- mas a culpa não vai ser minha
- experimenta para ver - o encarei com olhar ameaçador
- calma - riu - eu só tenho olhos para você 
ficamos nos encarando por um bom tempo, até notar que meus lábios já estavam grudados ao seus. Apenas estávamos vivendo aquele momento, como se fosse único. Sem nos preocupar com sua família nos beijamos apaixonados. Oh, que saudades eu estava daquele beijo. Sua língua percorria cada canto de minha boca. Sentido os olhares sob nós parei o beijo envergonhada e escondi meu rosto no peito de Luan
- não precisa ficar com vergonha cunha - Bruna murmurou notando 
então todos riram. 
Alguns dias depois finalmente Luan pôde ir para casa, ou seja, minha casa que na verdade era casa do meu pai. Eu estava com um pouco de receio mas Luan parecia animado, isso porque estava saindo do hospital. Seus pais não podiam ficar mais então voltaram para o Brasil junto com Bruna que estava um pouco melhor do "término" de seu namoro. Chegamos a mansão de meu pai pela terça feira de manhã, após o médicos dar milhões de recomendações para Luan e para mim, além disso Luan contratou um enfermeiro para cuida-lo, ele não queria, disse que não precisava, mas depois de sua família e eu insistirmos ele acabou cedendo. 
**************
opa opa olha quem saiu do hospital?! uhu finalmente ein?!
e ai, o que acharam? criticas, opiniões, ideias, elogios! aceito tudo
bora responder as perguntas de vocês
anônimo: eu lia muitas fics antigamente mas atualmente estou meio sem tempo, as fanfics que eu leio e que me lembro da URL são http://fanficalemdohorizontels.blogspot.com.br/ 
eu leio outras também mas não me lembro da URL agora, me desculpem :( 
acho que é só isso, espero que gostem ♥
posto outro depois de 20 comentários