domingo, 15 de junho de 2014

41° capítulo

ISSO NÃO É UMA MIRAGEM, BEA ESTÁ DE VOLTA HAHAHAHAHAAH 
Ok nos encontramos no final, boa leitura ♥

- Katy - tentou falar mas foi impedido pelas lágrimas, abaixou sua cabeça e as limpou 
- o que aconteceu? pelo amor de Deus você está me deixando preocupada - mil e uma coisas passaram pela minha cabeça - é a doença? você não está bem é isso? 
- eu não sei - falou tentando se conter - eu só estou com medo de você me abandonar. 
O analisei por alguns segundos
- é só por isso? - perguntei ainda desconfiada
- é - choramingou - Katy - me olhou - eu nunca amei ninguém como eu te amo e eu não sei se suporto viver sem você. 
Oh meu Deus aquilo era muito para mim?! Fiquei em êxtase. 
- por favor, me prometa que você não vai me deixar nunca. 
- Oh Luan - o abracei - eu não vou te deixar, nem que eu queira, eu te amo, mais do que a mim mesma - falei do fundo do meu coração - eu também nunca encontrei alguém como você, alguém que me prendeu como você - olhei em seus olhos - te deixar seria impossível. 
- por favor me perdoa - suplicou 
- perdoar do que? você é perfeito Luan - nessa hora eu já estava imersa em lágrimas
- eu não sou perfeito, eu não mereço você Katy, por favor só me perdoa - me abraçou fortemente
- eu não tenho do que te perdoar - o abracei também 
..........
*Luan narrando* 
Dezembro chegou e com ele vieram as cobranças, meu pai queria que eu assumisse logo Marcela para todos, já estava ficando insuportável guardar tudo isso para mim. Certa noite depois de Katy ir embora de casa, ela apareceu por lá. Tocou a campainha, achando que era Katy fui rapidamente abri-la. 
- aposto que esqueceu alguma coi... - parei de falar assim que a vi - o que está fazendo aqui? - congelei 
- achou que era katy? - sorriu - eu a vi saindo daqui e disfarcei pois como já te disse, não quero estragar nada da sua vida. 
- mesmo assim - a peguei pelo braço e caminhei em direção a rua do condomínio
- ai luan, assim você me machuca - se soltou
 - eu to bancando tudo da sua vida, ta fazendo tudo o que quer.. será que não da para parar de ficar atras de mim? 
- olha luan, eu vim aqui te falar que vou abortar - me encarou sinceramente
- que? - a soltei sem acreditar
- eu não quero te atrapalhar e eu não tenho mais nada a perder
- você sabia que além de tirar a vida de uma pessoa você pode morrer fazendo isso? 
- eu já não tenho mais nada a perder mesmo - se sentou na calçada e eu a acompanhei sabendo que a conversa seria longa - como eu já te contei meus pais não aceitam que eu seja mãe solteira. A minha vida já está toda fodida mesmo - sorriu escondendo algumas lágrimas - essa criança - colocou a mão na barriga - eu já a amo mas - escondeu seu sorriso - não serei uma boa mãe, eu, não consigo nem cuidar de mim mesma! - me encarou surpresa - Oh meu Deus, eu vou tirar - abaixou a cabeça novamente.
- você não vai tirar nosso filho - a encarei sem acreditar no que eu estava dizendo
- você disse, nosso filho? - seus olhos instantaneamente brilharam 
- é - fiquei sem jeito - afinal, você não fez ele sozinha - abaixei minha cabeça e notei um riso no canto de sua boca - e então, acha que é menino ou menina? 
ela me olhou um pouco assustada 
- eu queria um menino mas.. - a interrompi 
- um menino seria ótimo, eu lhe ensinaria a jogar futebol - sorri imaginando 
- mas - ela sorriu e continuou - venho sonhando muito com menina 
eu a encarei e sorri
- eu quero ser um pai presente - coloquei minha mão em sua barriga e uau, que sensação mais incrível - não vou deixar nada faltar pro nosso filho - murmurei. 
Vi seus olhos lacrimejando e ela abafou um riso 
- Oh - riu - porque gravidez nos deixa tão sentimental? - rimos
- isso eu já não sei - me levantei e a ajudei a se levantar - você quer que eu te leve até o hotel? 
- não precisa, eu, am, pego um táxi - sorriu
- ok então... 
- é, você já falou com katy sobre... 
- não - murmurei e pude perceber seus olhos desapontados - eu preciso de mais algum tempo
- entendo - sorriu - tchau luan, eu sabia que atras daquele cara que conheci existia um outro luan com o coração bom... - saiu andando
sorri e entrei para dentro de casa até tudo desabar, literalmente. 
fechei a porta e dei de cara com Bruna
- hei, que susto - tentei me desviar dela mas não consegui - o que foi piroca? 
- no meu quarto, agora! - se virou enraivecida e subiu as escadas 
com receio do que poderia ter acontecido segui minha irmã até seu quarto, após entrar ela mandou-me fechar a porta, assim fiz. 
- ainda não estou entendendo nada.. 
Me sentei em sua cama e assim que ela se virou para mim pude notar seus olhos lacrimejando 
- ei, o que hou.. - fui interrompido por um tapa na cara. Sim, eu apanhei da minha própria irmã! - BRUNA VOCÊ ESTÁ LOUCA? - perguntei me levantando
- COMO É QUE VOCÊ TEVE CORAGEM? - perguntou já chorando
- coragem? hâ? - fiquei sem entender
- não se faça de idiota luan - chegou mais perto de mim - eu ouvi 
- ouviu o que? - mil e uma coisas se passaram pela minha cabeça
- sua conversa com a - teve dificuldades em pronunciar - marcela - falou com certo nojo
- bruna eu.. -pausa- eu posso explicar.. 
- explicar o que? vocês transaram e ai ela engravidou?! Que ótima explicação 
- não fala assim! - me assustei com sua maneira de falar
- eu já sou bem grandinha para falar assim -pausa- eu só não entendo Luan, porque? porque com a katy Luan? 
- eu não trai ela bruna
- ENTÃO A MARCELA ENGRAVIDOU SOZINHA? - riu ironica
- eu.. tran..sei - travei um pouco - com a marcela antes de conhecer katy, nós ainda não estávamos juntos e -pausa- você acha mesmo que depois de tudo isso eu trairia katy?
- eu não sei - bruna ainda chorava - a qualquer momento aquele luan de antigamente pode voltar e destruir o que esse luan conseguiu construir.. 
- bruna, por favor - meus olhos já ardiam em lágrimas - eu preciso de um tempo para falar com katy, eu -tentei conter as lágrimas - só não conte nada a ela... 
Bruna me encarou, pude notar um certo nojo em seu olhar. Aquilo doeu mais que o tapa que eu havia levado. 
- me desculpa - sussurrei soluçando. 
- não é a mim que você deve desculpas - falou sem deixar ser interrompida pelas lágrimas - acho melhor você ir para seu quarto, eu preciso dormir. 
- mas bruna... 
- por favor luan - virou seu rosto e seguiu em direção ao banheiro
Abaixei minha cabeça e praticamente carreguei meu corpo até meu quarto. Após um banho demorado me joguei na cama e dormi, ou pelo menos tentei. 
*Katy narrando* 
Acordei cedo no outro dia, havia combinado de ir fazer uma caminhada com Bruna pelo condomínio. Tomei um banho, me vesti e aproveitei para postar uma foto. 
" @brusantanareal to chegandooo" 

Peguei a chave do carro e desci, assim que entrei dentro do mesmo meu celular apitou. Bruna havia comentado minha foto. 
"Vem logo antes que eu durma de novo :x" 
Dei uma risada e liguei o carro. Liguei o rádio e estava tocando uma música bastante animada. Aumentei o mesmo e comecei a mover minha cabeça no ritmo da música. 
Eu havia acordado decidida, iria falar com Luan sobre ir para Campo Grande com ele e minha resposta era sim. 
... 
Parei o carro na frente da casa de Bruna e lhe mandei mensagem. Logo uma loira saltitante saiu de dentro da casa dos Santana. 
- e ai, vamos? - perguntou se escorando na janela do carro. 
- claro - dei uma risada e tirei a chave do contato do carro. Peguei meu celular e o fone de ouvido. Prendi a chave do carro em um gancho que havia no detalhe da minha calça. - vamos! 
Caminhamos em torno de uma hora e meia pelo condomínio, o sol já começava a esquentar em nossas peles brancas. Notei Bruna um pouco mais calada do que o normal mas preferi não comentar nada. 
- vou conversar com seu irmão hoje - murmurei assim que estávamos quase chegando em sua casa.
- falar? - me olhou assustada - falar sobre o que? 
- ei calma - ri - acho que vou para Campo Grande com vocês - a encarei
Pude notar sua preocupação e alegria ao mesmo tempo 
- sério? - abriu um sorriso tranquilizador - que notícia maravilhosa, Luan vai amar -pausa- você vai amar tudo lá! 
- eu tenho certeza que sim - dei risada
Então Bruna não parou de falar um só minuto, fazendo mil planos para essa viagem. Eu só estava com um frio na barriga. 

***********
Quem é vivo sempre aparece! AI MEU DEUS EU DISSE QUE VOLTARIA, quero saber quem ai não me abandonou? Porque euzinha aqui não abandonei vocês!!!!!
e ai meus amors? como vocês estão? quero saber de tudo! Novidades? uhu 
Gente, como vida de gente grande é corrida hahaha ai meu deus mas enfim, agora eu estou de férias, espero ajeitar tudo né? E, sim, eu vou terminar essa fanfic porque eu prometi a vocês isso!
Então, voltamos com tudo ein?! Quero saber o que vocês acharam da SUPER VOLTA hahahaha 
eu estava com saudades :x ok ok vou parar de falar 
mas primeiro eu gostaria de agradecer aos comentários me desejando sorte e quero ver se todas vocês que disseram que não iam me abandonar vão aparecer! Só espero que vocês gostem. E é isso ai. Quem ai quer mais capítulo? Eeeeeeee 
Mandem para cá o que vocês acham que deve acontecer?! tcham tcham tcham
sem mais enrolação, até o próximo capítulo 
AMO VOCÊS

domingo, 4 de maio de 2014

40° capítulo

...
Os dias pareciam não passar. Depois de saber que provavelmente seria pai minha mente começou a fica vazia, isso se agravou um pouco no inicio pois não tinha vontade nem para tomar meus remédios. 
Eu estava evitando Katy, mas não era por mal, simplesmente não conseguia esconder algo tão grande dela a ponto de olha-la e ignorar esse fato. 
Marcela não parava de me ligar, exigindo alguma explicação. Quando eu estava com Kay precisava até desligar o celular e aquilo estava me irritando por demais.
Dezembro estava chegando e meus pais estavam programando ir passar o natal e o ano novo com o restante de nossa família no Mato Grosso do Sul, a princípio gostei muito da ideia mas não sei se katy toparia. 
*Katy narrando* 
Não sei o que estava acontecendo mas ultimamente Luan estava bem distante de mim, isso me machucava um pouco mas tentei não ligar, talvez estivesse apreensivo de ir viajar para tão longe, é isso, ainda não me decidi se iria viajar com sua família. Estou vendo até onde isso irá me levar pois, se Luan continuar me tratando assim prefiro passar meu natal em meu apartamento comendo guloseimas e assistindo a um bom filme.
...
Estava em casa sozinha como sempre na tarde de um domingo tedioso quando a campainha tocou, achei meio estranho pois Luan disse que não poderia me encontrar hoje. Me levantei calmamente e caminhei até a porta.
- Diego? - me surpreendi ao abri-la
- e ai baixinha - riu me abraçando - como você está?
- eu estou bem - dei um meio sorriso - que saudades, entra - lhe dei espaço 
- licença, bem, como você sumiu eu vim atrás de ti né - riu
- ah claro - ri me sentando no sofá - eu andei me afastando, sabe, não foi fácil - murmurei pensativa
- é eu entendo, também me afastei um pouco mas vou todos os dias na ONG - olhou em volta - está sozinha?
- estou sim - falei distraída
- achei que seu namorado estivesse aqui - ironizou - ele não sai do seu pé um só minuto
- não começa - o encarei
- ok ok - sorriu - mas então, vamos tomar um sorvete? - perguntou me olhando
- é serio? - falei com muita preguiça
- muito sério! vamos, eu espero você se arrumar - riu - precisamos conversar
- tenho até medo - falei me levantando do sofá - é sobre o que? 
- mulheres - soltou uma gargalhada
- e porque você não vai procurar um amigo homem para conversar sobre isso? - perguntei rindo 
- nada melhor do que a opinião da minha ex não é? - sorriu 
- você é um idiota - lhe joguei uma almofada - já volto - fui para o quarto
Tomei um banho rápido e coloquei uma roupa confortável.
 - vamos - falei saindo do quarto 
- nossa que gata - se levantou do sofá e veio ao meu encontro
- você não muda nunca - dei risada
Saímos do meu apartamento e fomos com seu carro até uma sorveteria que não estivesse lotada. Pegamos um sorvete e Diego teve a ideia de irmos chupa-lo em alguma praça. 
Chegamos ao Parque Ibirapuera, com nossos sorvetes em mão nos sentamos embaixo de uma árvore, na grama, apenas curtindo a brisa.
Diego me contou que parecia estar gostando de Lia, disse que já havia ficado com ela algumas vezes e isso lhe dava um frio na barriga. Nós conversamos bastante também, contei a ele sobre Luan estar distante de mim e ele me deu conselhos ótimos, é bom saber que posso sempre contar com ele.
Em um momento de silêncio deitei sob a grama e fiquei encarando a árvore que estava acima de mim. Notei que havia um ninho de passarinho perto dali e então vi vários filhotinhos grunhindo dentro do mesmo, talvez de fome. Um passarinho maior chegou, com algo na boca, e distribuiu uma porção para cada filhote e depois voou para longe, talvez ainda estivesse com fome. Continuei olhando e os filhotinhos ainda tinham em boca seus alimentos, com dificuldades se aninhavam entre eles para tentarem suprir a falta de luz solar que os aqueciam. Foi inevitável não lembrar de minha mãe, eu sentia tanta a falta dela, acho que essa dor de perda nunca passaria. 
  - Katy - Diego murmurou ao longe
- hmm - rangi 
- seu celular esta tocando - riu 
- oh - assustei-me e me sentei novamente, o peguei e vi na tela o nome de Luan, um frio na barriga me percorreu. 
- am, oi - atendi com receio
- onde você ta? - perguntou impaciente
- eu? am, porque? - perguntei
- porque eu vim até seu apartamento fazer uma surpresa mas vejo que minha namorada não esta aqui - parecia irritado
- Luan, calma -pausa- você disse que iria resolver algumas coisas hoje 
- e eu já resolvi, onde você esta? 
- eu vim tomar sorvete no Ibirapuera, já estou voltando. 
- você foi apé? seu carro esta na garagem.. 
- eu, am, Diego veio comigo - mordi o canto da boca 
- como assim Katy? 
- Diego é meu amigo Luan, você sabe disso - me exaltei um pouco
- e sei também que Diego é seu ex, e também sei sobre as olhadas que ele lhe dá - falava furioso
- olha aqui, nós saímos como amigos ta bom? A culpa não é minha se o meu namorado faz tanta coisa no dia a dia que eu nem sei o que é e não tem mais tempo para mim. Que inferno Luan - desliguei o celular irritada
- está tudo bem? - Diego perguntou preocupado
- não - falei sentindo meus olhos arderem - me leva pra casa? 
- você tem certeza? Não quer conversar? 
- não -pausa- Luan já estragou o resto do meu dia mesmo - me levantei acompanhada de Diego. 
Seguimos até meu apartamento sem dizer nada. Assim que chegamos pude notar um tumulto na porta do hotel.
- acho que as fãs do seu namorado descobriram que ele esta aqui - Diego riu 
- mas que merda - tentei tapar meu rosto quando um flash me atingiu em cheio 
- acho melhor eu te deixar lá dentro, se sair agora vai ser morta - riu divertido
- idiota - fiz sinal para o porteiro abrir o portão e isso gerou mais confusão, as fãs vieram tudo para cima do carro, batendo no vidro e gritando muito alto. Eram em torno de 30 fãs e uau, parecia estar pior do que um show ao vivo. Assim que o portão se fechou e eu me assegurei que não havia mais nenhuma fã por perto desci do carro e Diego me acompanhou 
- quer que eu vá com você até seu ap? - perguntou 
- melhor não -pausa- preciso ter uma conversa definitiva com Luan 
- tudo bem então - depositou um beijo em minha testa - se cuida
- você também - sorri - boa sorte com Lia 
- valeu - sorriu ligando o carro
- ah, e me desculpe pelo carro - ri 
- tudo bem - deu uma risada tímida - elas estão loucas por mim - gargalhou 
Entrei no elevador dando risada. Assim que cheguei em meu andar um frio na barriga ameaçou aparecer. Respirando fundo abri a porta de meu apartamento e como previsto Luan estava lá, sentado de qualquer jeito no sofá com a televisão ligada no desenho do bob esponja, mas ele parecia estar dormindo em pé. Estava de touca cinza apesar de o calor, com bermuda azul marinho e regata branca. 
Coloquei a chave sob a peça da cozinha fazendo barulho para avisar que havia chego. Luan imediatamente olhou para trás e seus olhos acusavam que ele havia chorado. 
- oi - murmurei sentindo o clima pesado
- e ai - murmurou tristonho 
sentei ao seu lado no sofá e o encarei, ele fez o mesmo desligando a televisão e prestando atenção em mim. 
- m..me desculpe - falou cabisbaixo 
- me desculpa também - assumi o papel de erro
- você não está errada, bem, na verdade.. eu ando muito distante de você e eu assumo isso mas -pausa- não é por mal, eu só estou com alguns problemas que estão me preocupando
- então porque não divide seus problemas comigo? - o encarei 
Ele me olhava como se carregasse uma culpa no olhar.
**********************
Olha quem chegou no último tempo de domingo, opa! na trave.. hahahaha
oi meus amors, como vocês estão? eu estou bem, obrigada por perguntarem PAREI!
tcham tcham tcham, será que vem briga por ai? O que vocês acham? Hmm, eu acho que vai ser treta! E esse Diego voltando a amizade, suspeito? E as fãs? Será que vão aceitar essa amizade entre Diego e Katy? hmmmm 

Indicando a fanfic da Manoela, está no começo, bora dar uma olhada? 
www.fanficquandoamanhecer.blogspot.com.br

E divulgando, bora ver!
http://temquemergulhanapropriafantasia.blogspot.com.br

Criticas, dúvidas, sugestões?! Mandem para cá, amo responder e conversar com minhas leitoras lindas hahaha 
Espero que gostem, posto outro depois de 20 comentários ♥

sexta-feira, 2 de maio de 2014

39° capítulo

Estava tudo tão escuro, meus olhos pareciam vendados mas eu conseguia me mover, passando a mão sob o rosto percebi que não havia nada tampando minha visão. O lugar era escuro, pude ouvir algumas risadas a alguns metros de mim, tentei caminhar mas, não conseguia ver o chão. E se fosse um buraco?! As risadas foram ficando cada vez mais alta e de repente um vulto passou por mim. O medo e o pânico começaram a aparecer. 
De repente, Luan passou por isso, tentei o chamar mas minha voz não saía. Então a visão foi clareando e em poucos segundos me vi na cozinha de uma casa, mas, essa cara era a de Luan. Olhei ao redor e eles pareciam não me ver. Isso é algum tipo de brincadeira? Me perguntava. Bruna chegou a cozinha acompanhada de uma loira, charmosa por sinal, mas, eu não conseguia ver seu rosto, ele parecia estar embaçado, ou minha visão estava ficando embaçada. Ao seu lado estava Luan, com algo no colo, mais precisamente alguém. Oh meu deus, aquilo era um bebê? Fechei meus olhos rapidamente e os abri para ver se não era um sonho. 
- Katy!! - ouvia alguém gritar de longe
- Agora somos eu, você e nosso filho - Pude ouvir Luan falando
Lágrimas já brotavam em meu rosto, comecei a ficar sufocada. 
- KATY! - alguém continuava me gritando, mas quem? 
De repente me vi na escuridão novamente, um pouco ainda sem ar comecei a me debater, talvez soubesse que aquilo era um pesadelo e que não aconteceria jamais. Só queria sair de lá. 
- Parece que ela esta voltando - outra voz um pouco mais fina soou pelo meu ouvido. 
Abri meus olhos rapidamente e tudo ficou embaçado, olhei ao redor mas não consegui enxergar nada. Voltei a fecha-lo e senti uma mão em minha cabeça. 
- não fecha o olho - a voz dizia - Katy, olha pra mim, eu estou falando com você. 
Tentei abrir meu olho novamente e dessa vez consegui vê-lo ali na minha frente.
 - LUAN - falei apavorada o abraçando
 - calma - passava sua mão em meus cabelos - eu to aqui, foi só um pesadelo.. 
- foi horrível - tentei conter as lágrimas mas foi inevitável 
- não chora, já passou..
- você me promete - colei nossas testas e olhei dentro de seus olhos - que nunca vai me abandonar - minha respiração estava ofegante 
- eu prometo, calma - falou me olhando 
Depois de me acalmar mais um pouco lembrei que estava no quarto de Bruna e então notei que seus pais estavam lá. 
- me desculpem - falei totalmente envergonhada
- magina minha querida - marizete disse - você esta melhor? eu fiquei preocupada, quer ir para o hospital? 
- não não - neguei ainda envergonhada - eu estou bem, foi só um pesadelo - olhei para Luan 
- nossa você quase me matou de susto - Bruna disse colocando a mão no coração 
dei uma leve risada
- é serio, você começou a se debater do nada 
- meu deus que vergonha, eu fiz isso? - perguntei a olhando 
- fez - riu - ai eu tentei te acordar mas você foi ficando vermelha e então gritei por Luan.. 
- e meus pais vieram assustados também - Luan disse se sentando ao meu lado e se aninhando a mim 
- me desculpem mesmo, nossa.. eu não queria causar tudo isso 
- magina, você sempre tem esses sonhos querida? - mari perguntou gentilmente
- eu tinha mais quando era pequena -pausa- após a morte de meu irmão, eu sempre sonhava com ele e acordava aos berros - murmurei tristonha
- eu sinto muito -pausa- passar por duas mortes em sua família, nossa, deve ser horrível - Mari falou comovida
- foi bem difícil, o pior é aceitar tudo.. mas - sorri - eu superei. 
...
*Luan narrando*
Saí com meu pai para resolver alguns assuntos de minha carreira, Kay ficou com Bruna então não me preocupei em deixa-la.
 - o que precisamos resolver, pai? - perguntei assim que entramos dentro do carro
- é um assunto muito complicado - ele em encarou apreensivo 
- pelo amor de Deus fale logo - comecei a estremecer
- eu tentei te deixar longe desse problema mas -pausa- você é o principal assunto da história - ligou o carro
Meu pai dirigiu silenciosamente pelas ruas de São Paulo até pararmos na frente do prédio em que se encontrava meu escritório. 
- é algum problema com a minha carreira? - perguntei antes de descer
- não exatamente - meu pai murmurou - mas pode ser um grande problema no futuro - desceu do carro e eu o acompanhei. 
Subimos pelo elevador central em silêncio, aquilo já estava me dando nos nervos mas meu pai parecia bem tenso o que me deixou ainda mais preocupado. 
Meu pai abriu a porta do escritório e me deu passagem para passar, assim fiz e quando olhei em volta estava tudo em silêncio, na verdade não havia ninguém. 
- ué - olhei para meu pai em dúvida
- vamos até o escritório - continuou andando
Entramos no escritório e o mesmo se encontrava vazio
 - eu não estou entendendo nada - o encarei
- senta ai que eu já venho filho - fechou a porta do mesmo e saiu 
Me sentei na poltrona que havia atras da mesa e comecei a olhar ao redor. Que saudades estava de tudo aquilo. Olhei para a parede de relance e encontrei um mural com fotos minhas, desde pequeno, até atualmente. Me levantei e fui até o mesmo. Comecei a sorrir vendo as fotos que lá continham. 

Eu era tão feliz e não sabia, fiquei cabisbaixo.
- voltei - meu pai abriu a porta de repente me fazendo assustar. 
- nossa pai, que susto - coloquei a mão no coração e me virei para ele. Automaticamente paralisei - o que ela faz aqui? - perguntei intacto
- Luan, é sobre isso que precisamos conversar - meu pai entrou com a loira ao seu lado. 
- olá luanzinho - sorriu sinica e se sentou - sentiu saudades? 
- o que você quer marcela? - meus sangue já fervia e a adrenalina em meu corpo estava visível. 
- eu creio que essa conversa seja particular mas antes de tudo, Luan - meu pai me encarou - Marcela veio me procurar pois tem um assunto pendente para tratar com você. 
- eu não tenho nada para tratar com essa mulher - ia me levantando mas ela me deteu
- cuidado que eu posso sair na mídia e fazer um escândalo- ameaçou-me 
- Luan por favor, ouça o que ela tem a dizer - foi saindo da sala - estou esperando aqui fora, qualquer coisa me chame - fechou a porta. 
- diz logo o que você quer - falei irritado 
- vejo que esta namorando - sorriu - então você acha que naquela época foi fácil me usar e depois jogar fora? 
- eu não te usei - falei com uma certa incerteza 
- será? - me encarou - ligava a hora que queria e eu estava sempre lá, a sua disposição.. 
 - você deveria me agradecer - a interrompi
 - agradecer pelo o que? - falou ironicamente - por ter transado comigo sem camisinha? 
- do que você está falando? - perguntei com receio
- é isso aí Luan, estou grávida de você - jogou sobre a mesa alguns envelopes
- o que? - falei surpreso - o que é isso? 
- o teste de DNA, ele é seu filho!
- me..u.. que? - não conseguia acreditar. Minha cabeça rodava e só Katy passava por ela. 
- eu estou grávida de cinco meses, pode contar na agenda. A última vez que saímos, transamos sem camisinha, e logo depois você descobriu sua doença. 
- você só pode estar louca - comecei a rir nervoso - eu nunca iria transar com alguém sem camisinha, ainda mais você!
- você estava bêbado Luan, não sabia o que estava fazendo
- E PORQUE ME DEIXOU TRANSAR CONTIGO SEM CAMISINHA? - gritei irritado
- PORQUE EU TE AMAVA LUAN - gritou me fazendo ficar em silêncio - eu sempre te amei 
- você esta blefando - murmurei cerrando os dentes
- eu te juro - me encarou seriamente - eu sabia que você só estava comigo porque queria se divertir, e me deixei ser usada por você - uma lágrima escorreu de seus olhos - e mesmo assim, eu corri esse risco, e aconteceu. 
- você acha que tem esse direito? - perguntei retoricamente - você volta a minha vida, quando tudo esta começando a dar certo e quer estraga-la novamente? você acha certo fazer isso comigo? - a olhei 
- isso não o certo nem comigo - choramingo - mas - pausa - meus pais me colocaram para fora de casa Luan, eu estou desempregada, tudo esta desmoronando e eu nem iria te contar sobre isso mas - limpou algumas lágrimas - eu não tenho mais para onde ir. 
- você espera que eu te dê moradia? você acha que chegando aqui dizendo que está gravida vai amenizar toda essa situação? Esse filho pode ser de milhares de homens qualquer, mas você escolheu a mim porque eu tenho dinheiro. 
- não é nada disso - continuou chorando - eu poderia ser a mais puta de todas que você pegava mas eu era apenas sua. 
- minha e mais da balada toda - ri nervoso 
- eu estou tentando conversar contigo numa boa, não vim para estragar sua vida até porque a minha já esta estragada mesmo, vim porque eu realmente não tenho onde ficar.. Seu pai me hospedou em um hotel.. 
- meu pai sabe? - a interrompi 
- eu o encontrei enquanto te procurava e lhe contei tudo, ele disse que iria me ajudar e me pagou um hotel.. Mas, eu estou a procura de um emprego, eu só quero que você reconheça nosso filho. 
- nosso.. filho? - me perguntei com dificuldades. 
- por favor Luan, eu quero dar um futuro bom para meu filho.. 
- olha - falei sem saber o que pensar - eu estou confuso, vamos marcar outro encontro outro dia -pausa- Katy esta me esperando em casa e eu nem sei como irei falar disso para ela mas isso não te interessa.
- tudo bem - falou satisfeita - qualquer coisa seu pai sabe onde me encontrar - se levantou - me desculpe Luan.. - saiu. 
Oh meu deus, a vinte minutos atras estava tudo tão bem, e agora? o mundo parecia ter caído sob minha cabeça e eu sem saber o que fazer.
- filho - meu pai disse entrando calmamente na sala 
- desde quando você sabia? - perguntei com lágrima no olhar
- a alguns dias também - sentou-se pensativo ao meu lado - o que você pensa em fazer? 
- eu não sei - afundei minha cabeça em meus braços que estavam apoiado na mesa 
- calma, olha, primeiro você precisa resolver com Katy - me encarou e eu fiz o mesmo
 - ela não vai aceitar - choraminguei 
- Marcela precisa de uma família Luan 
- você está do lado dela? - perguntei um pouco pasmo
- eu não estou do lado de ninguém, só acho que você foi homem suficiente para fazer um filho e agora será homem o suficiente para arcar com as consequências. 
- mas eu não queria
- e ela também não queria -pausa- vamos embora.. 
Me levantei sem nenhuma vontade de andar e caminhei em silêncio até o carro. Assim foi até chegarmos em casa. 
- vai contar para katy? - perguntou estacionando o carro na garagem
- hoje não - pausa- pai - o encarei - por favor, não conte nada a ninguém. 
- mas luan... 
- é só por enquanto - o interrompi
- tudo bem - murmurou - vamos - desceu do carro 
Entramos em casa e ela estava silenciosa demais, subi as escadas com receio e bati na porta do quarto de Bruna. 
- entra - uma voz fina disse
a abri e olhei em volta, avistei minha namorada em um sono profundo com o rosto inchado e Bruna também com o rosto inchado, assistia a algo que passasse na tv. 
- vocês choraram? - perguntei baixo 
- estávamos assistindo um filme triste - ela riu descontraída - acho que katy estava muito cansada porque acabou dormindo - olhou para minha namorada
- ela esta bem? - perguntei 
- está sim, e você? - perguntou
 - eu o que? 
- está bem? 
pensei por um momento 
- estou .. quando katy acordar fala que to lá no meu quarto 
- ok 
Fechei a porta do mesmo e fui para meu quarto, me joguei na cama e me coloquei a pensar. Um filho? Eu tinha a vida toda pela frente e agora, Deus o que eu faço? Me perguntava. 
Apenas espero que isso não acabe com meu relacionamento.. Um pouco depois Bruna gritou meu nome, corri para o quarto e quando cheguei lá Katy estava se debatendo. 
- o que ela tem? - perguntei apavorado
- eu acho que ela ta tendo um pesadelo - bruna disse apavorada
- Katy!! - a chamava mais nada
....

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NÃO ME MATEM! kkkkkk 
oi meus amors, que saudades que eu to de vcs, me desculpem por todo esse tempo sem postar mas esse ano ta foda! 
A bea aqui está fazendo o último ano da escola, pensando em faculdade e no futuro, e também estou procurando emprego.. pois é, quase não tenho mais tempo para escrever, espero que entendam! 
E agora ein, Marcela voltou com tudo, ou melhor, voltou com um filho do Luan!!! O que será que a Katy vai fazer a respeito disso? Podem mandar sugestões, opiniões e criticas também!
Respondendo a Luana Báccaro: Menina, senti sua falta, e seu celular? ri muito com o mergulho na piscina, talvez ele estivesse com muito calor hahaha que bom que voltou, espero que não me abandone! e grave bem sua senha do twitter ein?
Respondendo a Stephanie: me desculpem se os capítulos estão pequenos, eu faço o que posso e sempre que dá tempo de escrever eu escrevo algumas coisas e já posto para vocês não ficarem sem capítulo :( 
Respondendo a @oneluanete_ : Obrigada pela preferencia meu amor, me sinto lisonjeada quando alguém fala isso. Hahaha
Indicando http://chatsproluan.blogspot.com.br bora dar uma olhada?
Pude perceber que a maioria das minhas leitoras querem capítulo hot com bastante detalhe e gif é isso mesmo?! Suas safadas!!!!!!! hahahah
espero que gostem, e não deixem de comentar ♥

sexta-feira, 25 de abril de 2014

38° capítulo

*Luan narrando* 
Continuamos nos acariciando durante o beijo, em uma certa hora o aprofundei, levando minha língua ao céu da boca de kay, a senti soltar um gemido e sorri percebendo o efeito que causava sobre aquela mulher. Desci com minhas mãos deslizando pelas curvas de seu corpo até encontrar a polpa de seu bumbum, dei uma leve apertada nele o que a fez gemer e me causar mais tesão. 
- porque não vamos para o quarto? - perguntou com a voz rouca
encarei-a sob a luz dos relâmpagos lá fora e sorri, a peguei no colo e enquanto ela entrelaçava suas pernas em minha cintura fomos nos beijando até o quarto. Antes de deitarmos Kay passou suas mãos por meu pescoço e colou ainda mais em meu corpo, me dando um beijo inexplicavelmente bom.
A coloquei no chão e calmamente tirei sua blusa 
Após lhe dar um beijo quente, lhe ajudei a desabotoar seu sutiã
O volume em minha cueca já estava visível, o tesão em meu corpo já havia dado sinal de vida.
A deitei sobre a cama ferozmente, imediatamente indo para cima de seu corpo 
Começamos um beijo ardente, cheio de desejo e paixão. 
*Katy narrando* 
Luan começou a me beijar por toda a extensão de meu pescoço, fui mais ágil e subi em cima de seu corpo, colocando minhas pernas entre seu abdômen pré definido e o pegando de surpresa. Soltei um riso abafado e beijei sua boca, esfregando todo meu corpo em seu corpo, o provocando cada vez mais. Passei minha boca por seu pescoço e dei uma leve mordida, Luan soltou um gemido. 
- oh - ofegou 
o encarei com um olhar sexy e desci beijando sua barriga até encontrar sua cueca com um volume sobre ela. A abaixei e vi Luan arfar. 
Peguei seu membro e comecei a "brincar" com ele em minha mão. 
- não judia de mim - Luan murmurou gemendo
Ri e comecei a massageá-lo, quanto mais Luan gemia mais eu o estimulava, isso estava tão bom que até eu já estava excitada. 
Não aguentando mais Luan me virou rapidamente na cama ficando por cima de mim novamente.
-oh - soltei um gemido rápido 
Agarrei sua nuca e o puxei para minha boca, no mesmo instante Luan desceu sua mão por meu corpo e encontrou minha intimidade. 
Começou a massageá-la e, uau, aquilo já estava me matando. 
- eu quero você - o encarei firmemente 
- você me quer onde? - perguntou me provocando
- dentro de mim - beijei sua boca - agora!
Luan sorriu e praticamente me atacou, após colocar seu membro dentro de mim começamos a nos amar.
- oh mais forte - pedia entre gemidos
E então ele aumentava a velocidade
Aquilo estava muito bom, a tempos eu não sentia o que Luan me causava. Em pouco tempo já estávamos suados e enebriados pelo prazer que sentíamos. 
...
Fazia frio pela manhã na pequena, grande, cidade de São Paulo. Acordei com Luan abraçado em meu corpo, me esquentando. Dei um meio sorriso me lembrando da noite anterior e então senti sua mão me apertando mais para si. 
- bom dia - murmurou sonolento
- oi amor, bom dia - sorri virando para ele e encontrando o melhor sorriso em seu rosto - você esta bem? 
- melhor impossível - sorriu mais ainda - e você? 
- meus seios - murmurei abaixando meu olhar para eles - estão doloridos - voltei a sorrir - mas estou ótima 
- você acha que judiei muito deles ontem a noite? - soltou uma risadinha safada e eu o acompanhei 
- você foi maravilhoso - nos encaramos e então Luan me beijou. 
Tomamos um banho juntos com direito a caricias e carinhos logo pela manhã. Luan me ajudou a lavar meu cabelo, mesmo sem saber muito, e demos boas risadas quando meu cabelo embaraçou em sua mão e ele ficou desesperado achando que nunca mais iria sair. 
Entrelacei meus braços no pescoço de Luan e o beijei. 
Terminamos nosso banho e após nos trocarmos fui com Luan ao hospital, fazer alguns exames de rotina. Graças a Deus estava tudo certo. O doutor lhe receitou um remédio para quando tivesse ânsia de vômito e dor de cabeça forte.
Antes de sairmos de lá Bruna me mandou uma mensagem dizendo que Mari e Amarildo estavam nos esperando para o almoço. 
Depois de almoçarmos Luan saiu com o pai para resolver alguns negócios sobre sua carreira e eu aproveitei para fofocar com Bruna e Mari. 
- e ai, Luan já te pediu em namoro oficialmente? - Bruna logo perguntou
- como assim? - fiquei sem graça
- ué, com aliança - olhou para meu dedo - pelo visto não - bufou - esse Luan é muito desligado!! 
- eu não ligo para isso pi - ri vendo seu desinteresse - mas e você? - perguntei a encarando
- eu o que? - perguntou se fazendo de desentendida
- você e guilherme.. - fiz sinal para que ela desse continuidade
- ah - falou desanimada - acho que acabou - sorriu tristonha
- sinto muito - sorri solidaria
- tudo bem, foi melhor assim - riu - mãe, você podia fazer pipoca pra gente né? 
- pipoca bruna? - mari perguntou intrigada - vocês acabaram de almoçar
- mas estou com fome - fez cara de paisagem 
 - êh menina, parece até que puxou para seu irmão - rimos - vou lá - se levantou do sofá 
- quer ajuda mari? - perguntei 
- não precisa querida, o microondas resolve sozinho - rimos 
Assim que mari saiu da sala Bruna me puxou para ir até seu quarto. 
Me sentei na cama enquanto ela mexia em algumas coisas
- quero assistir algum filme
- se for sentimental nem vem - murmurei já dominando sua cama
- era esse mesmo - riu divertida - estou de tpm - mostrou a língua
- acho que vou entrar também - falei fazendo careta
- ótimo, duas choronas - rimos
Bruna escolheu o filme chamado "Um amor para recordar". Já havia ouvido falar sobre ele mas nunca tinha tido a chance de assisti-lo. 
Depois de uma hora de filme, Bruna e eu já estávamos imersas em lágrimas, ao nosso lado, pipoca e brigadeiro nos acompanhando. 
O filme se tratava de dois adolescentes que se apaixonam mas são de mundos totalmente diferentes e a tal garota consegue mudar o garoto para melhor. Mas então ele descobre que ela tem leucemia a dois anos e seu caso já é bastante grave. No final ele acaba realizando todos os seus desejos, casa-se com ela e então ela morre. 
Não preciso nem dizer que lembrei de Luan em toda a parte do filme, parecia ter sido feita sob nossa história de vida, só espero que o final não seja igual. Depois de o filme acabar Bruna dormiu de tanto chorar, e eu fiquei pensando, em como seria minha vida se Luan não estivesse mais ao meu lado todos os dias.

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hot!!!!!! uhu, quem tava com saudades? euuu \o/ 
e ai mors, como vcs estão? primeiramente quero fazer uma pergunta
vocês preferem capítulo hot sem menos detalhes ou com mais detalhes e digamos assim, com algumas besteirinhas? rsss e os gifs, vocês gostaram?!
Quero saber de tudo! E esse casal apaixonado, o que dizer em? 
Criticas, opiniões, sugestões?
Amors, to meia desanimada com a fic, tem 300 visualizações e nem chegamos ao mínimo de comentários.. as vezes me pergunto se vocês estão gostando mesmo ou se alguém ainda lê rs sim eu sou dramática. 
andei perguntando no twitter sobre quem ainda lê a fanfic e já tirei alguns users, então estou marcando quem não deu resposta e quem disse que ainda continua comigo. 
Vocês são muito importante para mim e para o crescimento da fanfic, espero que compreendam porque pego tanto no pé de vocês :9 
Enfim, espero que gostem ♥















domingo, 20 de abril de 2014

37° capítulo

Duas semanas depois
As coisas estão começando a se ajeitar, Katy passou a aceitar a ideia de não ter mais Vic por perto, eu estou sempre ao seu lado, lhe dando apoio mas não me sinto o suficiente para isso, Kay nunca chora durante o dia, se preciso se segura esperando para chorar a noite, as vezes chora, as vezes não. Se não chora, a emoção reprimida vai para sua panelinha de emoções e quando esta se enche, ela desmorona. E são nessas horas em que ela precisa de mim, e eu estou sempre ao seu lado, lhe dando apoio, ombro, e até lencinhos de papéis. 
Um mês depois
Meu tratamento esta melhorando, graças a Deus. De quinze em quinze dias preciso ir ao hospital para consultas diárias. Não estou tendo mais enjoos, e meu cabelo já está começando a crescer (não muito, mas é uma grande felicidade quando vejo um fio por entre minha cabeça). 
Maria se mudou definitivamente para a ONG, por conta de ter aumentado o número de crianças por ali, por conta disso Katy esta morando sozinha, o que me deixa um pouco preocupado, mas sempre estou indo vê-la. 
Ela se afastou um pouco da ONG, alegando não estar totalmente pronta para voltar ainda. Destrancou a faculdade de psicologia e está procurando algum emprego. Isso já foi motivo para brigas, pois eu não quero vê-la trabalhando sendo que temos uma boa quantia em dinheiro para vivermos. Mas, ela alega que não quer depender de mim, ainda não entramos em um acordo. 
Sua vida mudou bastante, já a minha, continuo na mesma rotina. Quase todos os dias entro no twitter para falar com meus fãs, que são as coisas mais importantes da minha vida. Eles ainda estão com um pé atras sobre Katy, mas isso é questão de tempo, eu espero. 
*katy narrando*
Tudo esta rápido demais, na verdade, estou vendo minha vida passar e eu, sem aproveitar em nada. Após a morte de.. vic, me distanciei da ONG, não porque eu quis, mas sim porque precisei. Seria uma tortura voltar ao lugar em que conheci minha pequena, tão cheia de vida, sempre me ajudando a superar tudo e olho para o presente hoje, procurando onde ela estaria se ainda estivesse comigo. Não consigo superar sua perda, talvez porque me considerasse sua mãe, do que sua própria mãe biológica. Talvez, em outra vida, eu poderia ter sido sua mãe e, lhe dado o devido amor que merecia. 
...
- nós já conversamos sobre isso - Luan falava impaciente - você não precisa trabalhar amor
- Luan - o encarei - eu nunca dependi de homem e também nunca vou depender! você não vai me fazer mudar de ideia
- por favor, não trabalha! - pediu 
- você só está pensando em você! eu preciso sair desse apartamento -pausa- você não está vendo que eu já não tenho mais vida própria?!
Ouvi seu silencio 
- vamos fazer um trato - murmurou logo após me calar
- nem ve.. - me interrompeu
- pelo menos me ouça - pediu com a voz baixa
fiquei o encarando atentamente
- você pode começar a trabalhar -pausa- quando eu puder voltar aos palcos - me encarou
- que? - o olhei surpresa - Luan, eu.. eu preciso seguir a minha vida e -pausa- pelo amor de deus olha o que você está falando
- isso é só um acordo -pausa- olha, pensa comigo! Você vai começar a trabalhar e, eu vou ficar sozinho - choramingou - já não basta sua faculdade pela noite, você não vai poder mais sair comigo e nós não teremos tempo um para o outro. 
Pensei por um momento e isso fazia sentido, merda. Me sentei no sofá deixando-me vencer pelo cansaço de lutar com Luan. 
- me desculpe - disse arrependido - eu não queria chegar a esse ponto - se sentou ao meu lado
- ta tudo bem - murmurei - vou fazer alguma coisa para comermos - me levantei
- você quer ajuda? - perguntou 
- não precisa, sei me virar - caminhei até a cozinha
- ei - falou se levantando - poderíamos comer pizza, estou com uma vontade
- você não pode comer coisas industrializadas, esqueceu? 
- verdade - seu olhar ficou tristonho - não aguento mais tudo isso
- pelo menos você está vivo - meus olhos se encheram de lágrima e o remorso bateu
- não é justo o que está fazendo comigo - Luan se levantou ficando a minha frente
- o que eu estou fazendo? - perguntei o olhando 
- você está me culpando pela morte de Vic
- o que? eu não faço isso
- ENTÃO PARA DE FALAR DISSO - gritou enraivecido 
o olhei assustada e então o pote de vidro que estava em minhas mãos se chocou contra o chão 
- ENTÃO SAI DA MINHA VIDA - corri até meu quarto e bati a porta, aproveitando para tranca-la. 
Luan se desesperou e seguiu meus passos
- abre essa porta - falava em um tom menos nervoso 
- SAI DAQUI - gritei de volta
- por favor - pediu menos agressivo
- amanhã a gente conversa - falei por fim 
- não faz isso 
- não foi eu quem fiz isso - deitei sob o travesseiro e minha cabeça começou a martelar de arrependimento, tristeza, ódio..  me vi livre para colocar tudo o que havia segurado durante o dia para fora. 
Acordei com o barulho que os relâmpagos faziam lá fora, olhei ao redor e me lembrei porque não estaria tão quente, o meu maior cobertor não estava comigo. 
Peguei meu celular e ele marcava 03h14am. Me levantei e fui até o banheiro, encarei meu reflexo diante do espelho e uau, eu estava com uma aparência horrível. Meu rosto inchado, olheiras enormes e noite até estar um pouco pálida. Joguei água no rosto e saí dali. 
Destranquei a porta do quarto e andei vagamente até o cômodo da sala. Tudo estava escuro, somente a luz dos raios iluminavam meu apartamento. Fui até a cozinha e antes de pisar por ali me lembrei do que havia acontecido. 
- merda - murmurei assim que meu pé encontrou um caco de vidro. 
- você ta acordada? - perguntou com a voz rouca um pouco atras de mim 
o encarei firmemente
- é..é - gaguejei - vim pegar um copo d'água - abaixei-me e peguei o caco de vidro que era um pouco pequeno para passar percebido. 
- eu tentei limpar todos os cacos de vidro mas -pausa- acabou a energia por conta da chuva e os menores não consegui encontrar.
- tudo bem, obrigada - andei com receio até a geladeira e peguei a água
Luan olhava cada um de meus passos atentamente, o encarei e então pude notar que ele estava usando apenas sua cueca box preta. 
- você não está com frio? - perguntei colocando água no copo 
- estou mas - sorriu tímido - meu pijama fica na gaveta do guarda roupa que inclusive, está no seu quarto.
Então notei o quão idiota e infantil fui a ponto de deixa-lo passar frio
- oh meu deus - disse totalmente envergonhada - me desculpe eu.. - comecei a pensar - que merda, porque não pegou a chave reserva? você não pode pegar resfriado
- relaxa - sorriu divertido - me mantive aquecido com o calor do meu corpo 
Notei que seu corpo estava mais próximo do meu 
- e..eu.. vou pegar seu pijama - tentei sair dali mas Luan foi mais ágil e entrou na minha frente
- não adianta brigarmos - falou totalmente sedutor - eu te amo e, não é uma discussão que vai nos fazer separar, eu enfrento tudo por você Katy - falou olhando em meus olhos até pegar uma mecha do meu cabelo e sorrir
fechei meus olhos e jurava que podia sentir o calor que seu corpo transmitia. Talvez me sentisse tão segura perto dele que me esquecia de todas as brigas e mal entendido. 
"CABUM" olhei rapidamente para a janela assustada e Luan percebendo meu desespero se agarrou ao meu corpo. 
- é só a chuva, calma
- eu tenho muito medo de chuva - choraminguei
- eu sei - desceu sua boca até meus lábios até ambos se encontrarem
- ahn - gemi 
Luan passou levemente seus lábios sobre os meus, a ponto de me provocar. Abri um pouco a boca lhe dando passagem e ele entendendo o recado colocou sua língua sob a minha e nos beijamos. Um beijo sem pressa, com carinho, amor e cuidado. Tudo o que eu precisava para aquele momento. 
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oi amors, como vcs estão? querendo me matar eu sei :x
Feliz páscoa para todas as coelhinhas minhas leitoras hahaha que Deus esteja sempre presente no coração de vocês ta?! E quem ai já ganhou ovo? uhuu
nada como uma briguinha e reconciliação para esse casal que amamos não é?
obrigada a todas que me deram parabéns rs enfim, desculpem pela demora  
respondendo a @_vick_brito : obrigada meu amor, sua vez vai chegar alias, a vez de todas vai chegar! basta ter fé! Sim, eu tenho twitter, sou a luvocemeguia. 
Sobre ter pensado no futuro com a vic viva, sim, eu pensei bastante, até por conta disso fiquei dias sem postar porque não sabia se isso realmente poderia acontecer mas, para tudo tem um proposito não é?! que tal aguardarmos e vermos o que acontece?
respondendo a @mylifeluanjo : tem essa foto do abraço que eu sou completamente apaixonada ♥
Bem vinda leitoras novas, não me abandonem por favor :( 
e sobre, criticas, elogios, sugestões, mandem para cá!
espero que gostem ♥

quarta-feira, 16 de abril de 2014

36° capítulo

*Katy narrando* 
Os aparelhos narram o som que meu coração não poderia emitir. Talvez fosse o que eu temesse, talvez fosse o som que eu tentei evitar, durante muito tempo. 
Pi pi pi pi
O som se espalhava para o lado de fora da sala. 
"Ela teve uma parada cardíaca, a massagem pulmonar não está adiantando" O doutor praticamente gritava dentro da sala
"Eu não estou entendendo o porque de ela ter tido isso" 
"Você não tem que entender, reanime-a imediatamente"
silêncio
Meus olhos já estavam marejados em lágrimas, Bruna ao meu lado tentava conter seu choro, tentando se mostrar forte enquanto me abraçava. 
"Vamos ter que fazer choque elétrico" Ouvi a voz de um enfermeiro soar rapidamente e então, tudo se silenciou novamente. 
Entrei em pânico, minha pequena Victória não aguentaria. A porta se abriu e o doutor saiu de lá acompanhado de dois enfermeiros, enquanto eles continuaram correndo até uma outra sala, o doutor veio até mim 
- Você precisa se retirar Katy - falou rapidamente me puxando para fora 
- O que? - perguntei intacta - eu não vou sair daqui, não me tira daqui!
- Por favor Katy, é para o seu bem! - afirmou em um tom autoritário
- Eu não posso sair de perto da Victória! - falei aborrecida 
Os enfermeiros voltaram com o tal aparelho
- você não pode fazer isso - o reprimi 
- Katy, precisamos fazer isso! É nossa última chance!
Ele me olhava com compaixão e medo ao mesmo tempo
- por favor, saia
Olhei para o aparelho novamente e não aguentei, era difícil imaginar Victória, tão pequena, passando por aquilo. Minhas pernas bambearam e quando me dei conta que iria cair, um corpo se colocou ao meu. Me segurou e me manteve firme. 
- calma - sua voz doce soou por entre meus cabelos - eu estou aqui, vai dar tudo certo, vem! - começou a me puxar para fora. 
- Luan, a vic - falava sem forças 
 - ela vai ficar bem - falava ainda me puxando para fora com ajuda de Bruna e, seu pai. 
*Luan narrando* 
Meu pai me ajudou a colocar Katy sentada na cadeira, em uma sala vazia, Bruna se sentou ao lado dela e lhe deu um copo. 
- o que é isso? - perguntei me sentando ao lado oposto
- água com açúcar - ela disse fazendo katy tomar
- eu não quero - resmungava minha namorada - eu só quero a vic 
- você vai ter a vic, calma por favor - falei lhe fazendo beber a água. 
Meus pais se sentaram em outra cadeira ali por perto, telefonei para Maria que correu até o hospital assim que soube, junto com outros voluntários da ONG. Um tal de Diego também tinha vindo e para falar a verdade, eu não gostava daquele sujeito, ele olhava para minha namorada como se quisesse.. come-la?!
...
Katy estava calma, até demais, ela estava pálida e sempre com a cabeça baixa. Nos reunimos em um circulo, todos de mão dadas e fizemos uma oração silenciosa. 
Em certo momento deixei até escapar algumas lágrimas mas as enxuguei logo para que ninguém visse. Não poderia me mostrar fraco ao lado de quem estava precisando de toda a minha força agora. 
Toda hora em que eu olhava para Katy, meu olhar se encontrava com o voluntario da ONG, isso já estava me irritando. 
- vamos comer alguma coisa, amor? - perguntei pegando em sua mão 
- eu não saio daqui até ter noticias de Vic - murmurou me olhando
- você precisa comer - murmurei lhe encarando
- eu quero a vic - choramingou 
- calma - lhe puxei para um abraço 
Sua testa se encostou em meu queixo, então ela soltou um leve suspiro. Se eu pudesse, tiraria toda essa angustia de seu peito, não faria sofre-la assim, ela não merecia. 
Algum instante depois o doutor entrou na sala, talvez calmo mas com o olhar nervoso, tenso. Katy se levantou correndo e foi ao seu encontro. Fui atras um pouco tenso, meus pés pareciam não querer andar naquela direção. 
- sinto muito - o doutor disse abaixando a cabeça. Ouvi aquelas palavras e imediatamente olhei em direção a Katy. 
Suas pernas se desmontaram e em questão de segundos a vi quase caindo. Os braços do doutor lhe pegaram antes que ela atingisse o chão.
- KATY - gritei correndo em sua direção 
Fui até ela desesperado, não sabia o que pensar e nem o que fazer. 
Alguns enfermeiros chegaram na sala e a pegaram
- levem-a para o quarto e examinem sua pressão. 
- eu vou junto - falei imediatamente 
... 
Algum tempo depois, estava na sala com Katy ainda dormindo, quando meus pais e Maria entraram. 
- como ela esta? - Maria perguntou com o rosto inchado
- ainda não acordou - murmurei me levantando
 - nós.. - ela tinha dificuldades em falar - fomos ver Vic - seus olhos lacrimejaram e minha mãe a abraçou 
- iremos providenciar tudo - meu pai disse firmemente tentando se manter forte. 
Olhei para o chão e uma imensa vontade de chorar me atingiu. Olhei para cima e tentei me contar, ao mesmo tempo encarei Katy e ela estava me olhando atentando. 

- amor, você acordou - falei indo ao seu redor
- cade ela? - perguntou com receio
- Kay.. - falei sem saber como contar isso a ela
- por favor Luan - sua voz já começava a falhar
- eu.. - tentei falar mas dessa vez minha voz que havia sumido
- não brinca comigo - ela deu uma risada nervosa e olhou ao redor do quarto - maria, cade ela? 
- kay - ela veio até a cama e começou a chorar
- não - Katy começou a se desesperar - por favor, não - tentou sair da cama mas eu a segurei - eu preciso vê-la - tentou se soltar de mim 
- não katy - a puxei mas ela conseguiu se soltar e correu até a porta 
Corri atras dela e a segurei
- ME SOLTA - gritou já chorando
- você não vai mais vê-la - falei a segurando fortemente
ela parou brutalmente e me encarou tentando decifrar o que eu havia falado. Afirmei com a cabeça sabendo que ela já havia entendido.
- NÃO - ela gritou assustada
A puxei para o abraço e ela ainda tentava se debater tentando sair de lá. 
- calma - passava a mão em seu cabelo 
- Luan - ela parou de se debater e me apertou contra si  
Comecei a chorar vendo seu desespero, não fazia mais esforço para segurar toda a magoa dentro de mim. 
Continuamos ali, abraçados, tentando acalmar Katy. Seu choro já se tornava um soluço
- ela não, ter me deixado - falava com dificuldade
- ela nunca vai te deixar, não pensa nisso agora - tentei falar calmamente em seu ouvido.
Algumas horas depois Katy havia se acalmado, mas ainda estava chorando. Sua ficha não parecia cair. Minha mãe a chamou para irmos para nossa casa mas ela alegou dizendo que queria ficar sozinha. 
- então eu vou com você para o apartamento 
- não, eu quero ficar sozinha - murmurou olhando para o chão 
- você não vai ficar sozinha - falei firmemente
Katy me olhou e voltou a encarar o chão. 
Saímos do hospital e já tinha paparazzis por ali, merda. Eles se aglomeraram em cima de mim e Katy, que saímos juntos. Meu pai e alguns seguranças do hospital nos ajudaram a chegar no carro sem que eles nos interferisse. 
Meu pai levou meu carro para casa, minha mãe foi com Bruna no seu carro e Katy foi comigo, em seu carro. 

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eu acho que vocês querem me matar, só acho!
foi bem difícil fazer esse capitulo pois, simplesmente nunca escrevi sobre a morte em fanfic's. É meio complicado achar palavras que expressem tudo isso, me desculpem se não estiver muito bom rs. 
Enfim, me desculpem pela demora mas acabei tendo um imprevisto (dos bons), na quinta recebi a ligação do rafa da central e sim, eu ganhei camarim do luan.. e ai foi só correria, eu não iria ao show até então (que foi no sábado) espero que vocês entendam! 
o capítulo ta pequeno pois estou sem tempo nenhum, mas não quis deixar vocês na mão!
Acho que todas acertaram no capítulo anterior né?! Prometo recompensar esse triste com inovações e felicidades. Mas não me matem :x
espero que gostem!